Segunda etapa do Up and Down deste ano. As Mulas ainda a meio gás, sendo que apenas dois elementos se apresentaram à partida, tendo alcançado um 178º (Hélio) e o 43º (Márcio). O Márcio confirma-se cada vez mais como o ponta de lança da equipa!
Em relação à prova em si, além de ser longe para caraças para um campeonato que já decorreu exclusivamente no distrito de Viseu (com excelentes resultados) teve um percurso muito rolante, com poucas partes técnicas. As opiniões dividiram-se entre os que gostaram e os que gostaram menos, mas teve o grande ponto a favor de constituir uma prova diferente do que nos espera em (quase) todas as restantes etapas.
Se o percurso foi engraçado, e fora do figurino normal, quase tudo o resto correu menos bem. Não correu mal, é verdade, já vimos muito pior. Mas poderia ter corrido MUITO melhor.
Partida e chegada normais e tudo montado de forma condigna, conforme o pessoal do INATEL já nos habituou, mas depois...
- Percurso muito rápido, com marcações que, embora existentes, encontravam-se em cima das viragens, sendo que os enganos sucederam-se...
- Zonas onde deveriam estar elementos da organização de modo a evitar atalhos estavam escancarados. Houve gente a ganhar mais de cinco minutos em alguns locais. Bastava ir em frente e não virar para os singletracks!
- Reforços... Tá bem que é competição, mas mais água não seria má ideia. Se for assim em Castro Daire bem podemos levar, pelo menos, 3 litros de água e duvido que cheguem.
- Banhos. Apertadinhos. Apenas um balneário é pouco para 240 pessoas que chegaram com um intervalo de 30 minutos.
- Almoço. Foi básico. O mínimo indispensável.
Uma melhoria de assinalar foi a contagem dos tempos e sua publicação. É de manter.
Creio que os problemas que detectamos não terão tanto a ver com o INATEL, mas com as organizações locais, visto existirem grandes diferenças qualitativas de umas provas para as outras.
Gostámos da prova, mas para um campeonato de BTT que tem apoios a vários níveis, melhores que a maior parte das provas e passeios que se fazem por aí, o sumo foi pouco.
Há aspectos a melhorar nas próximas etapas:
- Marcações. Terão que ser melhores.
- Controlo dos participantes de forma a evitar atalhos. Não se pode colocar os controlos de passagem apenas onde o automóvel chega, mas sim, onde atalhar compensa.
- Banhos. Mais balneários é quase obrigatório. Estamos a falar de Cantanhede que tem melhores condições do que aquelas que nos mostraram.
- Almoço... Continuam a falhar nesse aspecto. Quem acaba uma prova não quer estar quase uma hora a desesperar.
Daqui a menos de quinze dias estaremos em Castro Daire, onde esperamos que as coisas corram melhor.
Sem comentários:
Publicar um comentário