No passado domingo foi dia de passeio caseiro, com direito a madrugar cedo para subir muito.
O objectivo era sair de Castro Daire rumo ao S. Macário (tem sido um destino frequente). Assim, por volta das oito da matina, estavam reunidas duas mulas e três folgosas com o a recepção de ZERO graus, dada pelo S. Pedro, e que teimava em não ajudar muito à vontade de pedalar.
Começámos com a primeira subida à Serra do Cimal, que fica entre Ribolhos (e o Alto da Vitoreira e o S. Macário). Embora não seja tão alta, a subidinha com que fomos brindados deverá ter sido a mais dura do dia, com uma inclinação e extensão assinaláveis.
Como tudo o que sobe, acaba, eventualmente, por descer, seguiu-se uns belos trilhos até à zona da aldeia de Solgos. Daí para a frente seria a subida final até lá ao alto, acima dos mil metros.
A meio da subida, com o monte do S. Macário como cenário de fundo, parámos para comer uma buchita e admirar uma das razões porque o nosso país está como está. Olhem bem para este parque infantil, montado no meio do nada, sem acessos para automóvel e completamente abandonado. Quanto é que se terá gasto aqui?
Bem, sigamos que a subida ainda só vai a meio.
A subida final, apesar de dura, já é nossa conhecida, e não chega aos calcanhares da subida com o mesmo destino mas por estrada. É longa, relativamente inclinada, mas faz-se bem, ao alcance de qualquer um. Já a subida de estrada, até de bicicleta de BTT mete medo, quando mais com a de estrada...
Tanto mais não seja, a subida vale sempre a pena pela paisagem...
Não se deixem enganar. Para quem for ao S. Macário desde Castro Daire ou Ribolhos, a pior parte não é propriamente subir ao S. Macário, mas sim o regresso, o qual conta com algumas subidas assinaláveis, nomeadamente à Serra do Cimal, para quem for para Ribolhos.
No total, foram cerca de 50 kms, os quais não foram gravados em track por o telemóvel ter crashado... Fica para a próxima.














