terça-feira, outubro 30, 2007

Mais uma volta mais uma voltinha

Pois é meus caros... A pedido de centenas de cidadãos de dezenas de nacionalidades faço este post para mostrar as "espanpanantes" paisagens Mondeguinas e afins.
O meu caro colega Hélio já disse quase tudo, fica portanto, o costumeiro registo fotográfico.
Gostaria, no entanto de enunciar as palavras chave deste passeio informal:
CONBÍBIO
SOL
RIO MONDEGO
ROLAR
CONBÍBIO
SECÇÃO SUIÇA
VILA MEÃ
CONCURSO DE PESCA
PONTE ENGENHEIRO RUI SANCHES
BÊCO
VARZEA NEGRA
SENHORA DA RIBEIRA DE PARADA
PARADA
PRODUTOR BRANCO
CARREGAL DO SAL
AZENHA
"CANTINHO DA AZENHA"
PAIO
PÃO
PRESUNTO
CHOURIÇA
QUEIJO
VINHO (PENALVA)
MUITO CONBÍBIO E CAFÉ COM CHEIRINHO
OPEL ASTRA OPC
(SEM COMENTÁRIOS)
A verdadeira máquina que jaz encostada a uma parede do meu barracão, está à espera da revisão dos 600 mil kilhómetros
Mákina

Mákina

Makinão

Amuleto da sorte (ou não) k belo pipo

K brincadeira

É a loucura

Family photo

Chega-lhe azeite Ricardo

Arrefinfa-lhe Bastos

Então e aí por cima como é que está o tempo Jorge?

Feio do gasóleo

Rio Mondego para nós Munda para os romanos (orientação: sentido Montante - Jusante)

Os pessoais no Bêco

Mister Mister

Bonito

Xim Xenhor...

Senhora da Ribeira de Parada

Tão lindos

A típica foto que o nosso vídeo imortalizou (agora com mais povo)

C'um Carvalho

Keep on rolling baby

Anda lá Ricardo

Hi speed Mister

People on the paralelos

Fast Hélio

Ulha o cacho de produtor

Hum Hum

E a tal invasão da via mas de outra prespectiva
Pessoais
Inté

sexta-feira, outubro 26, 2007

Mais um passeio no Carregal

(É favor ler o primeiro as primeiras frases com sotaque alemão)...

Amigos, ontem foi dia de alegria! Foi dia de celebração! Foi dia santo para quem gosta de "combiber"!!!

Desta vez fomos seis que resolvemos realizar o ajuntamento, sendo que o mesmo teve a comparticipação do Palopes (um clássico), o Bastos (começa a ser um clássico), eu (prata da casa), Jorge (para ver como anda o tempo lá por cima), o Ricardo (que tem um carro de meter inbeija) e finalmeente a participação especial do Mister (o outro Marco... A sorte foi não ir o Javali senão seriam três marcos) o presidente da secção internacional das Mulas, sediada algures por terras suiças e também chefe de redacção do blog Bariladas, disponível aqui no link ao lado

Ora, o ajuntamento estava marcado para as duas, no entanto tive um atraso de uma hora devido a imprevistos relacionados com a Maria (gajas para sairem de casa é um castigo)...

O percurso prometia um descida digna desse nome até ao Rio Mondego, a qual nos proporcionou saltos, saltinhos e saltões repetidos, e onde reparei que a recuperação da minha Reba (a mais recente menina dos meus olhos) estava rápida de mais, ao ponto de em terreno muito irregular ela quase perder a noção do que estava a fazer!

Depois da bruital descida, foi rolar, rolar,rolar, subir um pouco para aquecer os musculos, e voltar a rolar e rolar e rolar... Sempre com o Rio Mondego como pano de fundo, num cenário de belo efeito e rara beleza!

Depois subidinha para o Carregal, ou melhor para, Currelos, e banhoca...

Este percurso foi bastante semelhante a um outro que realizámos em Abril, no entanto permitiu rolar mais tempo junto ao Rio Mondego, sendo que optámos por não realizar a ligação ao Dão!

Depois da Banhoca veio a melhor parte, com a deslocação à aldeia da Azenha (acho que é isto) se esticou até às dez da noite, e onde tivemos a oportunidade de por cinco aéreos comer presunto (do bom), salpicão, paio, queijo com marmelada, pão (do bom), e mais duas chouricinhas assadas!!!! Tudo isto regado com, salvo erro, cinco garrafinhas de tinto de Penalva (1.5 aéreos a garrafa, é digno de nota)!

Sem dúvida, o berdadeiro combibio! O próximo será em Castro Daire... Senão o pessoal manda-me dar uma volta ao bilhar grande!

Ficam as primeiras fotos, depois o Marco mete as dele!


Primeiros metros e as máquinas já a funcionarem!


O pelotão!



Olhem que bonito! O mondego é aquela base!


Eu bem que queria ir por ali, mas o resto do pelotão cortou-se!!! Disseram que tinhamos que atravessar o rio a nado! E daí?


O Jorge já do outro lado de um pântano bem dificil de ultrapassar!


Ainda mais uma foto do pântano!



Olha a natureza tão bonita!



Alguém se lembra desta capela? Não? Então vão aos posts de Abril e vejam como ela estava na altura!



A minha bichinha poderosa! Há pois, esqueci-me de dizer, há track deste passeio a sair na próxima semana!



Uns pescadores completamente artilhados! Mas pelo que parece estavam com o memso problema que o Palopes, isto é, as carpas não são burras!



Olha a capela outra vez!



Xiii, ó Jotge, que é isso? Até parece mal!



Aí está, a foto da nossa secção internacional!



A foto artistica!



Um engarrafamento! E é caso para dizer: sim, ainda há pastores!!!!


E agora fotos da melhor parte... Os comes e bebes! Da direita para a esquerda: O jorge, o gajo giro, o Mister, o Ricardo e o Bastos! Falta o feio do Palopes, mas ele já aparece a seguir!




H´, lá está o gajo... Já com uma carga etilica acentuada!


Uma foto bonita do exterior do tasco!


sábado, outubro 20, 2007

A grande travessia - fotoreportagem

Alguns dos nossos (poucos e de gosto duvidoso) leitores e visitantes já terão algures ouvido falar na travessia Castro Daire - Viseu... Esta foto reportagem (não muito exaustiva mas que dá uma boa ideia do que se trata), vem tentar explicar e mostrar o que é então este percurso...



Para começar, há que dizer que o percurso da travessia não é feito pelo trajecto mais natural, isto é, em linha recta... Em vez disso, o percurso toma um desvio para Este de modo a atravessar toda a Serra de Moledo (com picos em torno dos 900 metros). T



Esta opção, além de proporcionar paisagens bem mais bonitas, poupa as pernas do (desgraçado) ciclista ao vale da Ribeira de Cabrum, cuja inclinação é, digamos, penitenciosa. Isto, porém, pouco ou nenhum consolo dá, pois subir a Serra de Moledo (ou de S. Lourenço) e depois o troço final até ao Aerodromo de Viseu é castigo mais do que suficiente!



Esta opção faz também com que o percurso (que termina na Cava de Viriato) passe de uns previsiveis 35 km, para uns mais respeitáveis 50 km!



Como já foi dito, o percurso começa em Castro Daire, bem no meio do centro histórico. Recomendo, vivamente, que se faça o aquecimento antes da partida, pois passados alguns metros de descida a pique, surge logo a primeira dificuldade!



Vista sobre o Centro Histórico de Castro Daire



O percurso sai então da vila de Castro Daire através de uma antiga via romana, a qual,


desce até à Ponte Pedrinha que atravessa o Rio Paiva. As vias romanas por natureza já são dificeis de fazer de bicicleta, no entanto esta é especialmente dificil devido ao facto de ser composta por lages de grandes dimensões (originais) e pedras de calibre bem menor que ali foram colocadas como remendos ao longo dos séculos. Pala além disso, devemos somar a este facto alguma terra e uma inclinação maluca e temos como resultado um dos troços mais perigosos desta travessia.


Vista parcial da descida de Castro Daire para o Rio Paiva



A bela da pedra a pedir um tralho!


Depois da descida de cerca de 500 metros, chegamos junto do Rio Paiva, de onde se tem uma vista fantástica sobre o rio e a Serra do Montemuro. Aqui começam as dificuldades, visto que depois de uma descida existe sempre uma subida (acção reacção), e o vale do Paiva está ali para ser vencido.



Assim, tem que se subir e atravessar S. Domingos (uma pequeninca aldeia junto ao rio) e apanhar novamente a tal via romana (já sem lages) que sobe o vale até Ribolhos, desta feita de forma mais suave, mas que serve para aquecer os musculos.

Vista desde a Ponte Pedrinha para o Rio e a Serra do Montemuro


A seguir a Ribolhos vira-se para Levante, e damos inicio ao tal desvio da linha recta dque ligaria a vila de Castro Daire a Viseu.


Fazemos alguns metros em alcatrão e entra-se num caminho que atravessa uma zona de campos agrícolas e que vai dar a Grijó (a minha aldeia natal)... Aqui sobe-se mais um bom bocado, mas aceitável, para depois vir a segunda parte muito engraçada do percurso. Uma descida em caminho agrícola mal parido, de curva e contra curva a pedir uns bons malhos no chão.



Mais uns metros e voltamos a subir para Vila Boa e depois para a Vila de Mões.



Esta ligação é feita em alcatrão visto a alternativa em terra ser extremamente inclinada, além do terreno ser muito solto. De qualquer das formas, são apenas algumas centenas de metros.


Passagem bastante bonita no fundo do vale entre Grijó e Vila Boa


Chega-se a Mões e é aqui que se tem acesso a água potável (numa fonte) pela última vez no percurso, sem recorrer a desvios.


Também é no final desta pequena vila que as dificuldades a sério surgem co a subida da Serra de Moledo.


O primeiro troço desta subida além de muito inclinado, tem alguma sombra e muito mato a dificultar a progressão, no entanto, não é muito extenso, terminando numa zona de "planalto" muito rápida (a rolar) e com alguns afloramentos graniticos a servirem de rampa para uns saltinhos!



Inicio da subida para a Serra de Moledo, já na zona sem árvores


No entanto, é ao chegar a esta zona, que se vê ainda o que nos espera pela frente. O Alto de S. Lourenço está ali mesmo em frente e embora possa parecer fácil, a verdade é que no final de apenas cerca de 18 km já se fizeram quase todas as subidas dignas desse nome, o que vai deixar marca nos últimos km.




Vista sobre a Serra de Moledo com o Alto de S. Lourenço ao fundo... Ainda para subir


Também é nesta zona que as paisagens começam a ganhar uma maior imponência, sendo claramente visiveis as serras do Montemuro (a norte), Estrela (a Sul) e da Freita (a Oeste)... Começamos a ficar mais pequenos!





Mais uma vista sobre o alto da serra




Vista desde a serra para o vale de Moledo


Já no alto de S. Lourenço e olhando para trás, vê-se toda a subida e lá muito ao fundo do lado esquerdo, Castro Daire.



Chegando ao Alto de S. Lourenço temos mais um período de algum descanço merecido, com mais uma zona rolante, muito bonita e que vai levar-nos à aldeia de Casais do Monte... Aqui, e após alguns metros no alcatrão chegamos a um cruzamento... Pela direita iriamos para Calde, pela esquerda para Cota, mas em vez disso seguiremos em frente.... Por um corta fogo, cuja inclinação épica obriga qualquer um a alçaro rabinho do selim (pago uma grade a quem suibir aquilo à minha frente)...






Mais uma vez, uma foto tirada do alto do corta fogo, com Casais do Monte ao fundo! A partir daqui entramos no concleho de Viseu



Este pessoal anda em todo o lado! eh eh eh



Depois desse corta fogo, mais uma zona de planalto, muito rolante com uma descida extremamente rapida em linha recta onde se chega facilmente aos 50 km/h sem pedalar. E Assim chegamos a uma zona onde existe uma torre de vigia e que marca o meio da travessia...


O inicio da zona rolante, com antenas do clube de radio amador de Viseu ao fundo...



Vista parcial sobre a descida com a torre de vigia ao fundo!




Junto à torre de vigia, olhando para Sul




A partir daí, e depois de comer o farnel, é a "pu** da loucura"... São sete km sempre a descer, por entre rochedos em xisto, com uma paisagem fantástica para qualquer lado para onde se olhe... Fantástico. E faz valer bem a força dispendida nas constantes subidas até então...




Começa a loucura... Na verdade são mais de 7 km dela!



Que bonito...




A pedra pirete, ou como lhe chamei originalmente, a pedra que aponta para a Lua!





Muito xisto (como eu disse) que como sabemos não é amigo dos pneus, pelo que se aconselha levar pelo menos uma câmara e os pneus com slime (ou outra mistela qualquer do género)... Já perto do final da dita descida, surge o ponto mais perigoso de toda a travessia...


Mais uma vez um caminho que mais parece (e deve ser) um corta fogo, em linha recta e grande inclinação... Mais uma vez sem pedalar chega-se facilmente a 50 km\h.


A meio da descida a primeira armadilha para quem vai lançado (o que é facil)... O corta fogo é atravessado por um outro caminho florestal o que cria uma rampa que facilmente nos faz voar/saltar mais de 3 metros! Para quem não vai preparado (como eu não ia) é facil aterrar com a roda da frente (o que não é desejável) e apanhar um enorme susto... Para quem vai preparado e sabe saltar, tem ali um dos momentos altos de todo o percurso...


No final desta descida surge a segunda e mais perigosa armadilha... Curva à direita, a qual desce muito entre pedras com 10 a 20 cm de calibre e que facilmente nos atiram para o chão!


Aqui o melhor é mesmo alçar o rabo e descer à mão de modo a não acabar a voltinha mais cedo!



A descida Brutal.... Cadê o salto?


E agora? Já se vê? Não? Estão a ver porque é uma armadilha!?!?!?



em baixo surge-nos a barragem de Várzea da Serra... Mais um local muito bonito e onde existe um percurso pedestre.


A barragem, para uso agrícola!


Mais uma descida... Foi nesta que o Marco furou!


Zona de floresta para atravessar... Também muito divertido!






Bem, e após mais umas descidas, mais uns troços rolantes entre a floresta, eis que chegamos ao antigo troço de rali, o qual marca o inicio da subida para o aerodromo de Viseu... A qual é a

ultima e grande dificuldade do dia, tendo em conta os quase 40 km que se levam nesta altura.


A inclinação da subida não é dramática, no entanto a extensão pesa muito sobre as pernas, sendo que a chegada ao aerodromo, bem lá acima, é como ganhar a lotaria tal o nível de cansaso na altura.

Foto tirada já quase de noite... Este foi o primeiro local onde alguma vez vi o Rally de Portugal





A chegada ao aerodromo, além de marcar o final das dificuldades, dá inicio a mais uma espectacular descida por um trilhofantástico e que vai dersembocar perto do IP5, altura em que se regressa pela última vez ao alcatrão, o qual nos vai guiar até à Cava de Viriato e assim terminar a ligação....



Vista sobre a cidade de Viseu (embora a foto não tenha sido tirada do aerodromo dá para ter uma ideia)



Em resumo, estamos perante um percurso bastante variado, de dificuldade (para mim) elevada, extremamente divertido e que deve ser feito com tempo... O ideal será sempre sair de manhã de modo aalmoçar ou lanchar em Viseu.


Em breve vou corrigir o track que aqui está de modo a ter já as mais recentes alterações ao percurso!



sexta-feira, outubro 19, 2007

Beselga - Abertura de inscrições

Pessoal, é só para avisar que as inscrições para a 3ª Maratona e Meia Maratona da Beselga já estão abertas!
Depois não digam que não vos lembrámos e que perderam uma das melhores provas de BTT do país!