domingo, dezembro 20, 2009

Mulas abraçam uma nova causa...

As Mulas decidiram abraçar (ou melhor, fui eu, porque o resto do pessoal acho que também não é a favor) uma nova causa...

Dei-lhe o nome de "Salvem o Pingo Doce"...

Para saberem mais vão a www.mulas.no.sapo.pt

sexta-feira, dezembro 18, 2009

Actualizações importantes...

Nos últimos dias o nosso site e blog têm sofrido algumas actualizações de modo a torná-los mais práticos e servir melhor o seu propósito.

Estas alterações ainda não estão terminadas, mas podemos dizer que a primeira fase e mais importante já está completa...

Assim, a nossa agenda foi remodelada. É agora mais prática para os nossos elementos e para os nossos visitantes e nos próximos dias ficará com o layout final.

Mais importante ainda, procedemos à actualização dos elementos das mulas. Já desde Outubro do ano passado que as mulas contam no seu "plantel" de dois novos elementos, os quais nos têm feito companhia nas provas no distrito de Viseu, no entanto ainda não tinha surgido a oportunidade de actualizar o site com os seus dados. Essa situação está corrigida e o Nunes e o Fernando já podem ser admirados na nossa montra de estrelas!

Passamos assim a ser 10!

terça-feira, dezembro 15, 2009

Comparativo Bike Magazine, Biking Aventura, Onbike

Este mês decidi fazer algo inovador...

Peguei em cerca de 10€ e de uma vez por todas comparar as três principais revistas de BTT nacionais (também comprei uma internacional mas isso será um próximo comparativo).
As escolhas recaíram na Bike Magazine (a mais popular) e as mais recentes Biking Aventura e Onbike.
À partida o que ressalta à primeira vista é que a primeira foi seguida pelos restantes, isto é, há demasiada familiaridade entre o formato da Onbike e Bike Aventura com a da velhinha Bike Magazine, algo incomparavelmente mais sentido na Biking Aventura onde até a, inútil, tabela de preços semelhante à Bike Magazine aparece. Depois, além disso, são os mini-testes, as agendas, as pequena s noticias, a colocação da competição no final com o mesmo destaque em número de páginas (aproximadamente), etc.. Tudo isso faz-nos lembrar em demasia a Bike Magazine. Claro que a Bike Magazine terá ido buscar o seu formato a algum lado (principalmente tratando-se de uma revista dos primórdios), mas isso não invalida o facto destas três revistas estarem demasiado próximas em termos de formato.
Em termos de qualidade de papel, e embora não seja para mim factor decisivo, a Onbike faz parte de um mundo à parte. Eu pessoalmente prefiro ver no interior o papel fraquinho e deslavado da Bike Magazine, mas a verdade é que a Onbike tem uma qualidade a este nível bastante superior às restantes. E sim, a Bike Magazine vem no extremo oposto.
Em termos de publicidade, mal-amada mas necessária, não há muito a dizer ou criticar. Esta é necessária e desde que não estejamos a pagar uma revista que basicamente é um catálogo de três ou quatro marcas tudo bem! No entanto discordo de secções que basicamente existem nas três revistas em que se fazem “mini-testes”, que mais não são que o tal catálogo do qual ainda agora falei. É recorrente os mini-testes que mais não nos dizem que a Câmara-de-ar “X” pesa e custa tanto, e que o guiador “Y” pesa e custa não sei quanto. Isso podemos nós, comuns, mortais descobrir no website das respectivas marcas. A manter este tipo de secções chamem-lhes então algo do género “Noticias de material” e divulguem tudo o quanto sair no mercado nacional ou internacional de modo a passarem cada vez menos novidades em falso.
Em termos de testes (verdadeiros testes) estes parecem andar sempre à volta do mesmo, mais parecendo cópias uns dos outros... A análise do teste a uma Merida 96 ou uma Epic que saiu na Bike Magazine revelará que na verdade elas são iguais, porque ambas são excelentes em tudo o que fazem. Aliás, invariavelmente, seja em que revista for, as bicicletas de topo ao apresentarem defeitos estes apenas tocam naquilo que os compradores normalmente mudam com mais facilidade conforme o seu gosto (pneus e selim). Creio que na verdade o que os leitores querem de facto ler são testes exaustivos em que leva a bicicleta a fazer 1000, 2000 ou 5000km. Isso sim são testes em que se leva a bicicleta à exaustão de modo a saber-se onde é que ela falha
.

Tal como nos automóveis nas bicicletas também só ao fim de alguns kms (bastantes) é que se começam a conhecer os defeitos do modelo, no entanto enquanto um modelo automóvel dura cinco a sete anos uma bicicleta, ridiculamente porque não há novidades que o justifiquem, tem um modelo novo a cada 12 meses!
A crua verdade é que cada mais o que realmente distingue duas bicicletas é os componentes e não os quadros, que será o que faz da bicicleta uma Trek e não uma GTou outra coisa qualquer (alguns construtores tentam inverter esta situação, sendo que só a Specialized o vai fazendo com alguns resultados). É a suspensão, opedaleiro, o desviador, os travões, as rodas, os pneus, etc que realmente definem o comportamento de uma bicicleta pelo que cada vez menos interessa a análise a uma bicicleta em que foque o bom comportamento do grupo XT que já todos sabemos que trabalha muito bem. Será mais importante analisar de alto a baixo o quadro do que o comportamento dos componentes. Aliás, até a geometria do quadro dá muitas vezes para alterar radicalmente através do espigão, avanço, guiador, selim, cranks, etc..
É melhor analisar a fundo então o comportamento dos diferentes componentes, compará-los entre si do que dar tanta atenção a bicicletas.
Neste aspecto as três revistas falham e nem sequer reconhecem um furo quando o têm na mão, senão vejamos o caso da Biking Aventura deste mês que tem um artigo de duas páginas, sendo apenas ¼ de página com texto, sobre a Delta 7, bicicleta que possui um quadro como eu nunca tinha visto... Resultado, passou ao lado e pouco fiquei a saber sobre a bicicleta.
As três revistas falam sobre provas nacionais (maratonas, passeios, etc.). Mas e agora pergunto, qual o critério para se escolher visitar uma prova e não outra ali ao lado. Além de serem artigos fraquinhos em conteúdo e que à semelhança do que acontece nos testes às bicicletas são cópias uns dos outros (os trilhos são sempre bons, a camaradagem é fantástica, come-se e tal e coiso), caem por vezes na injustiça de considerarem algumas provas como das melhores no país, quando na realidade existe mesmo ao lado uma tão boa ou melhor. Além disso, deste tipo de eventos pode-se saber muito mais num fórum da modalidade na net, com fotos, rescaldos, análises, etc do que propriamente através de uma destas revistas.
Sugestão para o futuro: Deixem-se de artigos sobre estas provas das quais já sabemos mais do que vocês através dos fóruns e entrem em contacto com grupos deBTT, ou bttistas que se destaquem nesse aspecto (todos conhecemos meia dúzia deles e, mais uma vez, os fóruns estão cheios deles) para que vos levem Às suas terras conhecer os seus trilhos, actividades, restaurantes e tascas, onde dormir (no barato e no caro)... Que vos levem ou façam o rescaldo das aventuras épicas (pelo menos para eles) que os respectivos grupos fazem, etc.. Isso sim, é de valor.

Neste aspecto nota positiva para os rescaldos de participações em provas épicas estrangeiras das quais pouco sabemos... Bike Magazine e Onbike a pontuar novamente.
As três revistas dão o devido destaque à competição, no entanto é necessário se calhar mais entrevistas ao nível da que este mês a Bike Magazine mostrou mas que no entanto é raro existir na BM. Já a Onbike parce neste aspecto estar à frente com pequenos artigos regulares sobre atletas nacionais e estrangeiros, com “lendas” doBTT, etc.
Aliás, em termos de inovação a Onbike vai mais longe que as outras duas com artigos, embora pequenos, bastante interessantes, onde dedica espaço à história dos construtores, a bikes do “antigamente”, etc..
Em jeito de conclusão, as três revistas estão ainda longe do que se espera de uma verdadeira revista de BTT que quer rivalizar com os fóruns da especialidade, onde a informação chega mais rápido, menos crivada por critérios editoriais e comerciais. Faltam mais artigos técnicos, onde se aprofunda um tema até ao seu âmago de uma forma profissional que os ditos fóruns não conseguem fazer.
A Biking Aventura é na minha opinião, a publicação mais fraca das três. Artigos com Português fraco, pior layout e grafismo, conseguindo até no artigo de antevisão doFestibike 2009 colocar o cartaz referente a 2008! A Bike Magazine, atendendo à idade que já tem, deveria estar muito à frente da concorrência directa (Onbike), mas a verdade é que não está, sendo mesmo difícil escolher entre as duas, embora me pareça no final que o leitor que queira ganhar mais com a leitura de uma revista deBTT nacional terá mesmo que escolher a Onbike.
No entanto, para se ler uma revista de BTT a sério ainda se tem que ler em espanhol, Inglês , françês ou noutra língua qualquer... Quem me conhece sabe o que me custa dizer isto, mas é a verdade.

Dados interessantes sobre as três revistas:

Bike Magazine

Biking Aventura

Onbike

Preço

3.50€

3.00€

3.5€

Períodicidade

Mensal

Mensal

Bimensal

Tiragem

17000 (2008)

25000 :s

10000

Páginas totais

102

68

100

Páginas apenas com publicidade

25

8

9

Páginas com pelo menos ¼ de puclicidade

36

12

11

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Neste domingo as mulas saíram à rua!

Que é como quem diz, ao monte... E aos lameiros... E aos singletracks... Aliás, estas voltas são mesmo de caça a trilhos e singletracks, virando as costas aos monótonos estradões...

Andámos (Márcio, Justo e Hélio) por Ribolhos, Alto da Vitoreira e suas encostas, Carvalhal e Courinha...

Deixo as fotos!

Não são muitas mas são de boa vontade!

























sábado, dezembro 12, 2009

Mais uma volta junto ao Paiva

Hoje o tempo convidava e foi dada mais uma volta de prospecção junto ao Rio Paiva, desta vez na margem Sul...

Não sei se aqui coloquei num post, mas há um ano ou dois tentei andar à procura dos antigos singletracks que percorriam as margens do Rio Paiva em ambas as margens... A maior parte deles está impraticável, e requer muitas e muitas horas de trabalho a limpar àrvores e mato. Nesse dia quase que ia dormindo junto ao Paiva porque a noite chegou e eu sem conseguir sair do maralhal de mato onde me tinha enfiado.

Desta vez a coisa correu bem... Aliás, tão bem que cheguei a uma altura que a dificuldade era escolher o single a percorrer.

Está bem que não me mantive sempre na margem do rio (isso era impossível como já tinha reparado na fatidica viagem), mas bastava subir um pouco a encosta e logo apareciam mais e melhores caminhos e singles. Cobertos por árvores, técnicos, com drops... Há de tudo meus amigos.

A ideia era passar para a margem Sul do rio, mas se no verão isso é fácil, no inverno a coisa mostra-se mais complicada. Não é impossível de passar nas represas que existem, mas além de molhar a perninha, a tarefa engloba um grau de perigo que não se justifica! Já no verão, passar nestes locais é até uma benção!

Nota de destaque para as águas do Paiva... Estavam tão límpidas que se via o leito do rio claramente a dois metros de profundidade!

Venham então as fotos...



E começamos com esta bela perspectiva da A24, com as pontes gémeas que atravessam o Rio Paiva!


Este é o caminho que passa por cima do túnel, junto do topo norte das pontes que vimos atrás.

Vista sobre a zona que foi explorada. O vale do Paiva. As casas do outro lado são a Soalheira (pequeno lugar que faz parte da freguesia de Ribolhos)

Lá em baixo a zon onde eu esperava atravessar o rio... Não deu!

Outra vista sobre o mesmo local. Esta já foi a praia fluvial do concelho de Castro Daire. Já não é devido à captação de águas ser ali realizada. Tem menos gente, mas é melhor para tomar uns banhos descansados no verão!

Tecnicamente não é um singletrack porque dá para passar (mal) uma bicicleta por outra, mas é um trilho fantástico! Este é à saída da aldeia do Mosteiro!

Bem, o tronco que se vê, já morto, era o da carvalha mais antiga do concelho de Castro Daire, uma das mais antigas do país (senão mesmo a mais antiga) a qual era monumento classificado pelo governo. Devido a uma asneira dos serviços camarários morreu... Local onde o nosso José Hermano Saraiva meteu as patas fundo para caraças num programa seu sobre Castro Daire. (Fica na aldeia do Mosteiro).

Já do lado de baixo da ponte sobre a A24... Juntinho ao rio já em singletrack!




Mais uma subidinha com a Soalheira a olhar para nós! (Aquela fábrica fica mesmo a matar:s )

O estradão utilizado para subir!

Pode não parecer, mas está ali um singletrack ciclável! E sem limpeza. Depois de limpo fica simplesmente formidável!



Até ali ao fundo ainda fui... Depois tive que voltar para trás.

O rio no seu esplandor... Ali junto à outra margem fica o "penedo", local conhecido pelo pessoal que costuma ir a banhos neste local e que forma uma pequena ilha com cerca de 40cm de altura fora de água... Hoje estava com 40cm de água por cima!

Olha as pontes novamente...

Mais um trilho como eu gosto... Com folhas e excelente para fazer no verão com sombrinha.

A zona explorada!

E mais outro...

Amanhã de manhã há mais... Desta vez com a companhia de mais mulas!


quinta-feira, dezembro 03, 2009

Equipa das Mulas para a Década de 20 completa!

É com enorme prazer que anunciamos que a Equipa das Mulas para a década de 20 do Séc. XXI já está completa numa primeira fase.

Depois de ter nascido a Nélia e a Nicole, hoje foi a vez de nascer a Matilde quando faltavam 15 minutos para as 11 da manhã.

A Matilde a a filhota do nosso camarada, amigo e palhaço desta vida que é um circo, Marco Lopes e da Liliana!

Parabéns aos dois!

sexta-feira, novembro 27, 2009

Novo Vídeo das mulas já cá canta...

E voilá... Já está disponível o novo vídeo das mulas, o qual pretende fazer o resumo de 3 anos de intensa actividade...

Espero que gostem e aproveitem para deixar o belo do comentário!

terça-feira, novembro 24, 2009

segunda-feira, novembro 23, 2009

Mais uma voltinha de reconhecimento

Bem, o tempo não é muito mas de vez em quando sempre dá para dar uma voltinha de reconhecimento pela nossa zona...

Desta vez encontrei mais uns singletracks bem porreiros.

Ficam mais umas fotos do Alto da Vitoreira (Ribolhos - Castro Daire).



Olhem só para este singletrack!!!!


Pôr-do-Sol com o S. Macário ao fundo!

Antes dizíamos que íamos até à antena... Foi assim durante cerca de vinte anos. Agora é mesmo ir às antenas!


A minha bichinha!


De perfil... Ela é uma vaidosa! :)


Que ar de superioridade!


Ainda bem que estiveram sempre ocupados... Sem tempo para palermices! ;)


Foto tirada a meio da subida!


Vista sobre Castro Daire