segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Fotos Transaguieira

Começemos pelo principio, a apresentação da equipa: (sa esquerda para a direita) Justo, Palopes, Javali, Bruno (o músico), Baião e a minha pessoa!
O local (quase inacreditável) da partida!

Outra visão da coisa, com o pessoal de Folgosa à frente e o justo a encontrar o caminho!


Tenham medo... Tenham muito medo porque se eles começam a treinar ninguém os faz parar!

O justo à frente de3 duas participantes femininas!

O Baião com o capacete do Bike Tour emprestado pela minha maria!

O javali em boa performance!

Uma grande descida para a albufeira da Barragem da Aguieira com o justo a todo o gáz... Foi pena o pessoal dos 30 km ter andado pouco tempo junto à barragem! (um ponto a rever)


Foto quase artistica!


O Justo seguido pelo Bruno numa valente picada! O Bruno ontem tinha o diabo dentro dele!




O Palopes com o Baião no seu encalço!


E por falar em Baião, cá está o homem!

O Bruno e o seu capacete e o Justo! (aquelas sandes estavam mesmo boas, não estavam?)

Pronto, tinha que mostrar um grande plano deste capacete!


A Chegada do Bruno à meta! Em Sprint! Era o diabo dentro dele!



O homem gasta durante a prova 20% da energia a pedalar e 80% a chamar pelos outros! E ainda se ri!?!?!?


O Justo logo após a chegada...



O Baião, também em bom estilo a chegar, depois de várias centenas de metros com a bicicleta à mão devido a um furo (bem tentou telefonar para o camião de assistência [eu], mas o telefone ficou no carro)
E o Javali... O homem da bomba!
Faltam ainda as fotos do Palopes!

Rescaldo Transaguieira

Vamos então ao rescaldo de mais uma participação das mulas numa maratona!

Para começar, mais um recorde batido, nomeadamente em termos de número de participantes da nossa equipa a qual contou com seis elementos.
Além dos habituais quatro (eu, o Palopes, o Javali e o Bruno) contámos ainda com a estreia do Baião (isto tem mesmo que se por alcunhas e nicks porque são três Marcos) e do Justo!

Bem, para começar, os problemas começaram a acumular-se ainda no dia anterior… Problemas esses que nos deram cabo da nossa prestação! Eu, por exemplo, decidi-me enfiar num bar cheio de fumo durante 5 horas! (É daqueles bares que têm uma assinatura num certificado relacionado com exaustão de fumos, mas a cuja pouco ou nada faz) O Justo (reforço recente) andou a jogar à bola no dia anterior que nem um doido! E o Baião participou com uma bicicleta emprestada dos tempos antigos (mas que se portou muito bem) …

Bem, preparações feitas, material aviado, telefone esquecido no carro (será importante mais à frente), e ajuntamento efectuado nas piscinas no fundo de uma rampa (a partida não teve muito sentido ali, mais valia ter sido onde foi a chegada), e a partida foi dada!

Ainda nos primeiros metros parei para ajudar o Ricardo (Folgosa bike team) que tinha um cleat a querer sair dos sapatos! E já estava, se não me bastasse os pulmões todos apanhadinhos e as duas horas de sono, ainda tinha que começar, mais uma vez, do fundo!

Lá continuámos a ultrapassar pessoal, sempre em grupo e na galhofa. No entanto os pulmões deram cabo da minha vida até ao quilómetro quinze, altura em que começámos a fazer aquela brutal subida e tudo o que era mau que estava dentro do meu organismo foi mandado para a atmosfera! A partir daí meus amigos, o corpinho, embora frágil, começou a acordar para a vida!

Eu costumo utilizar o Compgps e ele também me dá uns acumulados baixinhos. Por exemplo a travessia Castro Daire – Viseu tem na realidade um acumulado de mil trezentos e tal metros, mas o dito programa teima em dizer-me que o percurso tem apenas 940 metros de acumulado… Foi o que provavelmente aconteceu com o pessoal que marcou o percurso, porque duvido muito que o percurso tivesse 900 metros de acumulado quando nós, nos 30, subimos aquilo que subimos!

Bem, pormenores!

O reforço foi farto para nós, mas a menos que tenha existido um reforço do stock de sandes estas não terão chegado para todos!

Marcações? Para mim estavam razoáveis e nunca me perdi! O que acontece também é que por vezes o pessoal vai sem atenção ou só com atenção à roda do que vai à frente e depois é “Maria vai com as outras”! Aconteceu por exemplo na Maratona do Mondego onde se perderam só de uma vez mais de quarenta gajos!

A parte final do percurso já no centro histórico de Santa Comba Dão foi muito, muito giro… E a chegada estava muito porreira!
Recuerdos fartos, secretariado impecável, almoço cinco estrelas e banhos fora de série! Fantástico mesmo! Assim dá gosto!

Tive pena de não ir para os 60km pois a segunda parte do percurso era claramente mais bonita (e mais fácil), mas o corpo não ajudava mesmo em nada!

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Fotos da Super Travessia

Primeiro as apresentações... O João!
As serras e montes!

E o Ricardo...


Sobe sobe balão sobe!


O João na sua épica aventura!



Moledo... Quero ver se para a próxima semana me mando a este vale!


O planalto das antenas! Com o Ricardo sempre a liderar!




Que grande foto!


Desta vez não ficámos apenas a ver a barragem e entrámos literalmente lá dentro!


Ainda a descer!




Para alegria do João! :)




Para os malucos do peso só tenho a dizer que a minha é a pesada por excelência!



Talvez a placa mais famosa do concelho de Viseu!

Super-Travessia Viseu - Castro Daire - Viseu

Domingo, sem maratonas, sem passeios, sem nada… Não pode ser!

E com este lema se juntam três malucos no domingo de manhã para mais uma travessia Castro Daire – Viseu.

Sobre o percurso já nada há a dizer. Todos já o conhecemos. É duro, é longo (50km), é bonito, etc.
A novidade no domingo foi mesmo a companhia (O João e o Ricardo) e o facto do Ricardo, no final de termos chegado a Viseu e ainda antes do almoço me ter conseguido vender a ideia de voltar para Castro Daire de bicicleta e por estrada!

Resulta, mais 35 e uns pozinhos em cima das pernas o que perfez no total para cima de 88km! Um recorde!


Assim, a Travessia passou a ser Super-Travessia, sendo que precisamos de mais uns meses de treino e uns quantos malucos para transformar aquilo em Hiper-Travessia que é como quem diz, Castro Daire – Viseu – Castro Daire mas sempre por terra…

Uma última palavra para o João que nunca tinha feito, segundo palavras dele, mais de 15 Km de bicicleta e se aguentou até ao final!

As fotos vêm a caminho!

Mulas a crescer

A Mula da Cooperativa - BTT Empenados Team não está parada (na realidade andamos de bicicleta, por isso estamos sempre em andamento), não dorme (apenas descansa os olhos) e muito menos dorme à sombra dos troféus recebidos (ainda não ganhámos nenhum, por isso)...
Tudo isto para dizer que o nosso ajuntamento de gajos sem muito que fazer está prestes a crescer com mais um Marco para o magote (e passam a ser 4 em 6), assim como a abertura de mais uma secção internacional!
Já agora, oferecemos uma mini a quem adivinhar onde vai ser aberta essa secção, a qual aproveitamos para dizer que inaugurará dia 28 do corrente mês!

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Rescaldo da 1ª Etapa do Up and Down

Antes que digam que ando a ficar mole aqui vai… Para se realizar um campeonato de BTT a nível distrital é preciso anunciar o mesmo com alguma antecedência e o Up and Down devia ter seguido esta regra, porque depois do que vivi ontem, posso dizer, este campeonato bem merece mais gente inscrita!

Ontem o dia estava, por assim dizer, feio e ranhoso! Pingava água por tudo quanto era sitio e quando acordei, eram para aí umas sete da madrugada, nem queria acreditar que as condições proporcionadas pelo S. Pedro tinham-se alterado tão radicalmente. Bem, mas como uma promessa era uma promessa e o Marco também já deveria estar a caminho decidi não desistir logo ali (esse pensamento voltou à minha cabeça por diversas vezes até ao momento da partida).

Chegados a Negrelos, bem perto de S. Pedro do Sul a chuva deu uma pequena trégua, a qual, via-se pelo aspecto do céu, não era para durar muito.
Pouca gente, o que não era para admirar, tal era o temporal e, ainda por cima, muitos potenciais participantes ainda não tinham tido conhecimento da prova.

Mais uma vez lá vi o Rui (para quem não conhece é o homem que faz maratonas de btt a correr), o qual desta vez não ia para os 40km e ficava-se apenas pelos 20!!!!!

Bem, bagagens prontas e estavam os participantes na linha da partida. Briefing feito e lá se partiu. Passados 50 metros voltámos para trás porque estava a chegar um grupo de cinco ou seis participantes, pelo que o pessoal decidiu voltar para trás! Ficou bem!
Assim, passámos a ser no total cerca de 30 participantes.

Pelos primeiros metros do percurso viu-se logo que a coisa ia correr bem… Linha de comboio, umas levadas, passagem junto de zona agrícola bem verdinha! Bem, um espanto!
Logo a seguir, mais um docinho para nos abrir o apetite do que viria para a frente… Uma bruta picada para a encosta que se ergue por detrás de S. Pedro do Sul (para quem conhece). Chiça, que aquilo é mesmo a subir. E nisto eu e o Marco estávamos em penúltimos, no grupo do último! Eh eh eh

Como a seguir a uma grande subida vem sempre uma grande descida, o que se passou a seguir foi simplesmente fantástico… Desceu-se a bem descer, entre pinhal, em estradão, em singletrack, por cima de troncos, entre giestas, em tuneltrack (palavra nova, inventada por mim, que designa um percurso onde apenas cabe, mal, um bttista e a sua montada, rodeado por todos os lados por mimosas), entre casas e ruelas, entre vinhas, junto a rios ribeiros, etc..
Eu sei lá, tivemos direito a tudo naqueles primeiros cinco ou dez quilómetros.

Chegando às termas o Marco desistiu (devido a problemas gripais e coisas afins) e depois de umas fotografias lá parti à aventura, sozinho como um eremita, mas com o Rui no meu encalço!

Mais um belo bocado de trilho junto ao rio e bota a subir que é lá para o alto!
Posso dizer que já subi muito a andar de bicicleta. Desde Águeda até às encostas do Dão, Mondego, Paiva e Paivó, passando pela Serra do Montemuro e mais uns quantos ameaços! Mas aquilo foi demais. Foram para aí uns 3 km a subir desde o Rio, passando por Vouzela e com algumas inclinações completamente fora de série!

Lá em cima esperava-nos o reforço (o bolo de chocolate estava muito bom), e depois cerca de quatro ou cinco quilómetros de asfalto, troço que foi, na minha opinião, o único bocado que eu eliminava no percurso!

De resto e até final foi mais do mesmo… Grandes paisagens, percursos junto a rios e ribeiros, algumas picadas curtas, rolar e rolar, e chuva para caraças!

No final, terminei numa honrosa 18ª ou 19ª posição em 21 ou 22 participantes que acabaram o que me dará direito, ora deixa cá ver, a… hummmm… é questão de fazer as contas…. Mas deve dar para aí uns 11 ou 12 pontos! O que já não é nada mal!

Em relação à restante logística, devo dizer que foi fantástico!
Quando se obriga, como na Maratona do Mondego, as pessoas a andarem de carro para tomar banho, convém termos banhos em condições… Em S. Pedro do Sul tivemos super banhos… Água com toda a farturinha, com pressão e quente q.b., aliás, a pressão era tanta que só me atrevi a abrir metade da torneira, pois mais pressão iria deixar uma nódoa negra!

O almoço foi, digamos, farto!

Em resumo, fantástico. Estou batido no resto das provas, nem que seja apenas para passar um dia em boa companhia e a ver grandes paisagens!

Os Gingas BTT, assim como o Inatel de Viseu e o pessoal de Negrelos estão de Parabéns!

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Campeonato UP and Down

Passo a transcrever o e-mail que me foi enviado pelo coordenador de desporto do INATEL de Viseu, a explicar o campeonato Up and Down.

Como poderão ver, pelo menos nesta primeira prova, os preços são muito convidativos o que torna este campeonato muito apelativo aos bttistas do, pelo menos, Distrito de Viseu.

Além disso podemos contar com a qualidade dos eventos organizados pelo INATEL os quais falam por si.

Passo a transcrever então o texto.
"A Delegação do INATEL de Viseu, através da Coordenação Desportiva irá realizar no próximo dia 3 de Fevereiro a 1º etapa em São Pedro do Sul do UP and DOWN 2008.
O UP and DOWN consiste em 10 etapas que irão percorrer o distrito de Viseu, dando a conhecer as potencialidades naturais para o BTT que cada concelho anfitrião tem para oferecer.
Com esta iniciativa, o INATEL pretende premiar aqueles que apresentarem uma regularidade de participação e classificação ao longo das 10 etapas. Cada mês apresentará uma etapa.
A junção do INATEL, com Associação Recreativa e Cultural de Negrelos, vem ao encontro daquilo que a nova coordenação desportiva se propõe a fazer, ou seja, realizar actividades conjuntas com associações filiadas no INATEL, dando assim vida ás actividades desportivas locais dos filiados da instituição.
Esperamos a presença de todos para fazer do conceito UP and DOWN uma referência das provas de BTT do distrito de Viseu.
UP and DOWN foi o nome encontrado, de forma a fugir um pouco dos nomes habituais (prova, passeio). Pretende-mos realizar 10 etapas, onde iremos premiar a regularidade e classificação no UP and DOWN. As provas serão realizadas nos diversos concelhos do nosso distrito, o que só serão conhecidos de prova para prova, tendo em conta que se torna complicado a marcação com longevidade.
De qualquer forma, no final da prova será apresentado o regulamento e a prova seguinte.

Para mais informações poderão contactar: André Duarte 963947534"


segunda-feira, janeiro 28, 2008

Fotos da Maratona do Mondego!

Cá estão as prometidas fotos... Não são muitas (como semrpe) mas são de boas vontade!

Uma vista do parque de estacionamento do Retail Park


Outra imagem do mesmo... Aqui já dava para ver que estava a ficar cheio que nem um ovo!

1000 bttistas é sinónimo de muita gente.... Mas mesmo muita!

Mas mesmo muita gente....



O belo do engarrafamento... Com mulheres à mistura o que faz da espara um momento mais agradável!



Olha... E não é que é outro engarrafamento!



O mini reforço!

A altura em que estive mais perto do Mondego... Acho que com um bom bocado de imaginação dá para adivinhar a sua presença!



Uma foto clássica!

O meu companheiro de viagem!

O local da meta... A 1km do Retail Park em pleno centro de Ribeira de Frades!


Mais uma vista da chegada! Esta sempre com muita gente o que torna a coisa mais interessante!



E o local das lavagens das burras... Sempre em bom ritmo e sem filas!

Rescaldo da Maratona do Mondego!

Voltar a Coimbra é sempre motivo de festa, por isso eram seis da madrugada e já andava o Hélio a carregar coisas para o carro!

Pés ao caminho e ainda fui brindado à saída de Castro Daire com uma romaria de carros a virem da discoteca em S. Pedro do Sul… Assim está bem, é sempre bom para elevar o ego!

Às oito horas já estava no Retail Park de Taveiro, após uma paragem na Aguieira para um café e um red bull (que fizeram milagres). Dorsal levantado (muito rápido), bidon comprado na Decathlon (tinha perdido o meu) e depois de me encontrar com o Lucky estava tudo pronto para mais uma meia maratona!

Muita gente (não sabia que era assim tanta)… Cerca de 1000 pessoas em cima de bicicletas é sempre bonito de se ver!

Meia dúzia de palavras trocadas com mais companheiros dos à Borliu e partida dada.

Esta mesmo sendo uma partida “volante”, visto a partida real só se ter dado em Ribeira de frades, a verdade é que não se evitaram os engarrafamentos, os quais só deixaram de ocorrer lá por volta do km 30, já a prova ia a bem mais de meio!

O percurso bem delineado, com subidas e descidas não muito fortes mas que acabam por moer as pernas, com alguma lama (mas nada, mesmo nada parecido com Sepins), fundamentalmente em estradão.

Os pontos altos no que diz respeito ao percurso foram sem dúvida uma descida a direito e com inclinação em Singletrack a qual fiz à mão por causa do engarrafamento, no entanto reconheço que deveria ser excelente! E uns metros mais à frente um belo troço de caminho agrícola, com muito afloramento rochoso (calcário se não me engano), com algum musgo e bem húmido. Foi a parte mais técnica e mais perigosa dos 40km, sendo uma armadilha bem montada a requerer muita atenção! O resto foi monónoto em termos de tirlhos em comparação com o que aquela zona tem para oferecer. Também aqui não se pode comparar esta maratona com as melhores em termos de trilhos (na minha opinião e das que conheço, Sepins e Gatões)

Numa prova que até estava a correr “porreiramente” (palavra nova inventada por mim), foi uma pena que a 500 metros do alcatrão final tivesse tido uma paragem forçada para ajudar um companheiro que se encontrava em dificuldades sem um descrava correntes… No entanto parece que esse nosso acto de generosidade vai ter como recompensa uma foto dos meninos!

E porque isto do BTT não é só feito de aspectos técnicos, mas também dos cromos habituais (no bom sentido do termo) é sempre um ESPECTÁCULO fazer parte da prova ao som da música debitado pela bicicleta de um companheiro que sacrifica o peso da bicha em troca de uma coluna e um rádio! Fantástico! (Tenho pena de não fotos desse pormenor)

Ainda em relação ao percurso foi um GRANDE balde de água fria chamarem a esta maratona “Maratona do Mondego” quando os elementos que percorreram os 40km (os da maratona não sei) nem sequer passaram perto desse rio! Mas pronto, são opções (de nome e percurso)…

Há… Só um controlo e logo no abastecimento… É tão previsível que nem deve ser chamado controlo!


Os reforços foram fraquinhos, principalmente atendendo à quantidade de patrocínios que foram reunidos à volta desta prova… Maçãs, peras, palitos “champagne” e águas é claramente pouco e ao nível das piores provas onde já estive (pior mesmo só no Encontro Shimano)!

A opção pela meta em Ribeira de frades compreende-se, mas não se compreende o percurso feito em alcatrão até esse local… Assim como é difícil de perceber que depois de chegarmos ao carro ainda temos que ir tomar banho a quase cerca de um quilómetro de distância, especialmente quando parece que no ano passado a solução relativa a este ponto foi melhor!

Ainda sobre os banhos. O das bicicletas foi óptimo (rápido) o nosso foi péssimo… A Água fria voltou a atacar… Gostaria de saber porquê, visto tratar-se de um estádio que à partida deveria ter capacidade para este tipo de eventos!

Finalmente, e depois de mais uma voltinha de carro, fomos ao almoço o qual apesar da demora ligeira, foi farto e saboroso…

Inté à próxima!

quinta-feira, janeiro 24, 2008

O "berdadeiro" rescaldo

Após algum trabalho e alguns quilómetros de bicicleta pedalados realizou-se no passado sábado a Travessia Castro Daire – Viseu em BTT

Podemos dizer que este passeio correu em duas fases… A primeira que correu de forma quase excelente, e a segunda que, na minha opinião, correu muito mal!

Mas então vamos dissecar o dia como se fazia nas aulas de ciências.

Nos dias que antecederam a travessia tínhamos cerca de vinte participantes, um dos quais a correr (ainda estou para descobrir como é que o Rui consegue fazer isto). Tendo em conta este aspecto e como os ritmos iriam ser bastante diferentes entre quem iria realizar o percurso de bicicleta e o Rui, que o faria a pé, decidi a pedido do Rui marcar o percurso com umas fitas. Assim, o Rui poderia seguir o seu ritmo, enquanto o pessoal das bicicletas fariam o percurso todo junto e com guia.

No sábado, tal como combinado, o pessoal começou a juntar-se na central de camionagem de Viseu por volta das sete e meia da madrugada. Uns mais a horas do que outros, todos chegaram a tempo de apanhar o autocarro e colocar as bicicletas numa carrinha cedida pela Câmara de Castro Daire.

Viagem feita, bicicletas descarregadas, foi altura de tirar o foto da praxe no jardim de Castro Daire e tomar um café no Forno da Serra, de onde podia-se ver a primeira parte do percurso que acompanhava o vale do Rio Paiva até Ribolhos.

Pernas ao caminho e logo na primeira subida foi notório que o grupo era composto por pessoas com ritmos muito diferentes… Tínhamos ali desde lebres até aqueles que gostam de admirar a paisagem (grupo no qual me incluo).

Bem, com isto o Rui já lá ia (foi uma constante ver o Rui a passar por nós) e nós atrás, a tentar esquecer a humilhação de um gajo a correr andar mais do que dezoito a pedalar em duas rodas!

Com mais ou menos paragens o pelotão lá ia seguindo, percorrendo as encostas de Grijó e o vale para Vila Boa, e depois atravessando Mões para entrarmos verdadeiramente nas dificuldades do dia.

Foi a seguir a Mões que as complicações começaram a aparecer. Eu, deixei-me ficar para trás a fechar o pelotão, de modo a que ninguém saísse do trilho (o qual estava marcado mas mesmo assim…), enquanto que o pessoal à frente, encorajado pelas fitinhas, começou a dar-lhe ferro.

A subida era longa, a paisagem bonita, e quando a meio da subida, num cruzamento em asfalto era necessário voltar à terra para continuar a subir até aos novecentos metros, um dos elementos decidiu virar à esquerda e percorrer o Vale do Paiva no sentido descendente…

Bem, os enganos acontecem, pelo que o Palopes continuou a acompanhar o pessoal na subida e eu, qual Lance, mandei-me serra a baixo em sprint tentando apanhar o nosso fugitivo… E apanhei, o problema é que já estávamos numa cota de quatrocentos e cinquenta metros (vínhamos de setecentos) e tínhamos agora que atalhar caminho para chegarmos ao reforço no alto da serra a uns magníficos novecentos metros de altitude…

Bem, a partir daqui foi uma subida íngreme de oito quilómetros, até chegarmos finalmente ao reforço esperado.

Aí veio o segundo balde de água fria… O Javali que vinha no final com os dois representantes dos Rolhas e Caricas tinha-os perdido de vista há uns dois quilómetros atrás e não os encontrava, sendo que o resto do pessoal já se tinha posto ao caminho.

Decisão difícil, mas acabei por ir com o Javali e o meu companheiro de escalada até ao final, esperançado que com recurso ao GPS que traziam os Rolhas e Caricas conseguissem voltar ao trilho, para além de que no final voltaria atrás de carro para me certificar que eles estavam bem!

Com isto, e a partir daqui, já pouco ou nada gozei do passeio. Afinal de contas, estava com um atraso de uma hora por causa do desvio, tinha dois companheiros perdidos no meio do mato e com a preocupação o único objectivo passou a ser acabar com ninguém a ficar no monte.

Após o final e depois de uma hora e tal à procura do Coelhone e companhia, descobrimos que eles sempre tinham encontrado o caminho visto que o carro deles já não estava em Viseu.
O almoço em Viseu transformou-se em jantar para doze, sendo que mais pessoas almoçaram antes, visto terem chegado à hora prevista, mais ou menos…

Como balanço final, a desorganização prometida no cartaz confirmou-se e nem tudo correu como queríamos.

As boas noticias é que aprendemos como fazer para a próxima vez de modo a ninguém se perder e chegarmos todos ao mesmo tempo!

Além disso conseguimos recolher alguns produtos para entregar à instituição “Ajuda de Berço”, cabaz este que inclui fraldas, papas, produtos para o banho, entre outros… Além disso, este cabaz ainda está a crescer, pelo que quando estiver completo colocamos aqui um post com a descrição do mesmo.

As más noticias é que lá para o verão queremos fazer outra brincadeira destas!

Há, faltam ainda as minhas fotos, mas o grosso da coisa já foi colocado pelo nosso foto repórter, Palopes!

terça-feira, janeiro 22, 2008

TRAVESSIA CASTRO DAIRE - VISEU 19-01-2008

Pois é meus caros foi nesse belo dia de sol que a coisa aconteceu e lá nos fizémos à pista porque o mar estava "flat".

Visto ser um passeio informal, a saída rondou as 10 da manhã, pois claro (conversa, café, afinações, mais conversa).
A hora de chegada... nem me lembro nem quero saber, julgo que os viseenses já andavam a pensar onde ir jantar por essa altura.
Percurso bonito, muito duro, muita serra e sei lá que mais.
Desta vez o São Pedro lá nos deixou levar as máquinas de tirar fotos e a coisa aconteceu. Ficam então alguns momentos que congelei para a posteridade.

A boleia das bikes para Castro Daire

O convívio à chegada

Aí está a berdadeira formação

A primeira de muitas paragens

Ai e tal como até está um dia bonito alinhem lá esses pneumáticos

Restricted area (what else)

Sobe sobe balão sobe

Algumas nuvens e nevoeiro mas mais acima é mesmo a Torre e neve

Mais um Pit Stop

Muito bonito xim xenhor

Parque infantil fantasma, isto localiza-se no c* do Judas. (n.º de visitantes no ano de 2007? 1!! Um despiste automóvel e o condutor foi lá parar!!! Não houve ferimentos :)

Picada? Trialeira? Parede? Linha directa para o São Pedro? Hirra

É isso David...

Ali no topo do mundo onde o ar é mais rarefeito elas batem mais ;)

Visão

Há grande Rui (chiça...)

Homosimius reforçus

Another vision

O berdadeiro afloramento

Força aí pessoais
Para a próxima há mais fiquem bem e boas pedaladas
Abraço