
quinta-feira, março 25, 2010
Por Trilhos do Barro Negro - by Mulas

quarta-feira, março 24, 2010
Rescaldo "Rota do Vouga" - Satão
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Calendário Up & Down 2010
Para além das alterações relativas ao seu regulamento, das quais ainda não tomámos conhecimento, é de realçar a alteração sofrida no calendário das provas.
Ao contrário do que ocorreu nas duas primeiras edições em que o calendário estava dividido ao longo de dez meses, decorrendo uma prova em cada mês, este ano o campeonato omeça mais tarde (Maio) e termina bastante mais cedo (Outubro), decorrendo assim duas provas por mês.
Se para alguns este calendário fazrá mais sentido, nomeadamente para aqueles que competem pelos primeiros lugares e que dirigem a sua actividade neste campeonato tendo em vista a classificação, para a maioria dos participantes nos quais as mulas se incluem, que buscam apenas o bem-estar e convivio, este calendário veio complicar, e muito, o calendário ao longo do ano.
Assim, serão várias as provas que serão sacrificadas para participarmos no Up & Down, sendo que o contrário também pode vir a ocorrer.
De resto, esperamos mais um ano de convivio salutar entre as várias equipas, sendo que esperamos participar de forma mais activa no campeonato deste ano.
Desejamos aos nossos amigos do Inatel e das diversas organizações a melhor sorte e sucesso para o campeonato.

domingo, fevereiro 21, 2010
Papa Talefes
A rede geodésica portuguesa é formada por vértices geodésicos que se dividem em três ordens de importância:
1ª Ordem - pirâmides distando 30 a 60 km
2ª Ordem - cilindro + cone listados distando 20 a 30 km
3ª Ordem - cilindro + cone distando 5 a 10 km
Quantas vezes não andamos vários dias, semanas ou meses a prometer que um dia subiremos até lá acima ao "Talefe", aquele mesmo que está no meio do nada bem mais alto que as altitudes que normalmente percorremos com as nossas bicicletas... E quando passado esse tempo todo, de promessas, alcançamos a meta à muito ambicionada a sensação que fica é a de deslumbre com a paisagem e de conquista.
Já há algum tempo que criei uma lista mental com todos os marcos geodésicos que já alcancei recorrendo apenas à bicicleta. O objectivo passava por calcorrear todos os marcos do concelho de Castro Daire, algo que está perto de ser alcançado.
Assim como eu deverão existir outros bttistas com esta fixação por marcos geodésicos, afinal de contas eles parece que nos chamam.
Assim, lanço o desafio "PAPA TALEFES" a todos.
Este desafio passa por conquistarmos todos os 8029 marcos geodésicos existentes em Portugal e por "conquista" entenda-se SUBIR até lá ao alto de bicicleta e registar o momento com uma fotografia que é para todos acreditarmos. Depois é só realizar o registo do feito num formulário criado para o efeito.
Para isso criei e procurei pela net alguns instrumentos que nos irão ajudar na tarefa, nomeadamente um ficheiro com todos os marcos geodésicos e que pode ser consultado em Google Earth, um outro que possui a lista em formato excel sendo atribuído um número a cada "talefe" e finalmente um formulário onde o pessoal poderá realizar o registo da conquista...
Não se pretende ver quem conquista mais marcos, nem dar conferir a isto qualquer componente competitiva, pelo que não creio que valha a pena aldrabar os registos... O que interessa é o pessoal divertir-se e conhecer novos locais.
Assim deixo aqui as instruções para quem queira abraçar o desafio:
- Descarregar os dois ficheiros nos links abaixo, os quais possuem um ficheiro para Google Earth com a localização de todos os Marcos Geodésicos de Portugal (8029) e um outro ficheiro em formato Excel que possui a lista desses mesmos 8029 marcos com um número atribuído a cada um deles (muito importante para o registo), nome, altura e coordenadas UTM para cada um.
- Depois de "conquistar" um marco geodésico e tirada a fotografia, esta última deve ser carregada para um site que aloje fotos (ex.: http://www.imageshack.us ) de modo a todos podermos vê-la.
- Finalmente segue-se o link em baixo para efectuar o registo em formulário próprio, preenchendo o máximo de campos possíveis sendo que alguns são obrigatórios, nomeadamente o campo para colocar o link para a fotografia.
- Em baixo fica também o link para a tabela onde são inseridos os dados e que pode ser consultada de modo saber quais os marcos já inseridos.
Observações: O mesmo marco pode ser inserido várias vezes. Tal não é proibido e até pode ser engraçado saber quais os marcos geodésicos mais visitados, assim como ver as diferentes fotos pelo pessoal.
A fotografia é obrigatória, pelo que os registos sem fotografia serão apagados assim que sejam detectados.
Links:
Lista de todos os Marcos Geodésicos portugueses
Ficheiro para Google Earth com todos os Marcos Geodésicos em Portugal
Formulário de Registo
Lista de registos já efectuados
Será também interessante o pessoal deixar aqui no tópico a fotografia assim como algumas informações sobre as suas conquistas...
Esta informação também está disponível em www.bttar.blogspot.com
Se algo não estiver a funcionar correctamente ou se tiverem alguma sugestão digam o quanto antes para poder corrigir!
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Vota em nós!
sábado, janeiro 30, 2010
Ainda sobre quadros!
O muito caro, de marca, e exclusivo!
O caro, de marca mas que é igual à terceira opção...
O barato, sem marca reconhecida e tão bom ou melhor que a segunda opção!
Daí que para comprarmos um quadro em alumínio com menos de 1600gr numa qualquer marca de loja, seja BH, GT, Coluer, Trek, Merida ou outra qualquer, temos que largar pelo menos uns 400 Euros.
No entanto, é possível comprar quadros com menos de 1500gr com menos de metade desse valor. Bem mais baratos e com qualidade comprovada por pessoal que os comprou e trouxe para Portugal...
Além dos mais conhecidos quadros da Fizzbikes, deixo agora aqui o link para os quadros da Bike Discount que por 179€ pesam cerca de 1450gr!
http://www.bike-discount.de/shop/k325/a15975/zr-race-frame.html
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Rockshox Reba a preço da chuva...
Esta suspensão é normal encontrar-se em Portugal pelo menos ao dobro do preço!
Fica o link!
http://www.fizzbikes.com/?topic=product&cat=4&product=7292
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Sepins... Mais uma vez!
Mais uma vez o S. Pedro lembrou-se de largar umas gotas, sendo que nem assim o pessoal arredou pé.
Lama e água com fartura, embora com pouca chuva, transformaram uma prova que apesar de poucas subidas (500vmts na meia-maratona) nuns 38km bem duros de se fazer.
Mesmo assim os trilhos apresentaram-se sempre cicláveis e não se repetiu o banho de lama (nas mesmas dimensões é claro) de há dois anos atrás.
Marcaram presença o Justo, Márcio e o Hélio, tendo o Márcio abandonado a prova devido a problemas mecânicos. O Justo terminou em 146º e o Hélio em 111º, voltando assim as Mulas a serem a equipa melhor classificada e a única equipa Castrense a terminar a prova na Meia-maratona.
Os trilhos, embora pesados, foram mais uma vez muito bem escolhidos, sendo de destacar a zona a que chamaram, em boa hora, "Amazónia". Simplesmente fantástico.
A organização esteve mais uma vez impecável, sendo notório que apenas não fazem mais não por falta de vontade mas sim por falta, se calhar, de melhores apoios.
Para uma prova que conta com mais de 800 inscritos bem que se merecia uns balneários um pouco maiores de modo ao atropelo não ser tão grande. É que se numa prova com 150 bttistas estes chegam com intervalo suficiente, por norma, para ninguém se atropelar nos banhos, o mesmo já não acontece numa prova com estas dimensões.
Mesmo assim, nada que não nos faça querer voltar para o ano. Além disso, aquelas pequenas coisas que se notam nos organizadores apenas nos fazem querer agradecer. A preocupação com o nosso bem-estar é constante.
Assim, para o ano as Mulas lá voltarão, para mais um banho de lama!
(Sugestão para o próximo ano: nos brindes ofereçam sabão para lavar os equipamentos e uma escova para tirar a lama) :)
terça-feira, janeiro 19, 2010
Quadros em carbono baratos
Claro que a primeira ideia era continuar com a GT, comprando um Zaskar Carbon, mas estou a chegar à conclusão que regra geral o pessoal quer por um desses quadros quase o mesmo que querem pela bicicleta completa, pelo que esse hipótese começa a ser posta de lado.
Assim, tenho andado atento a duas opções:
- Por um lado comprar um quadro em carbono "made in Taiwan", através do Ebay. Basta fazer uma busca no Ebay por "MTB Carbon Frame" por exemplo e logo chegamos à conclusão que puderemos comprar um quadro em carbono com um peso a rondar 1.300kg por cerca de 270 euros, tendo em conta as boas taxas de câmbio a que temos agora o Dólar!
- No entanto através da FizzBikes ( www.fizzbikes.com ) tem sido também possível comprar quadros em carbono a preços muito competitivos e, embora nos últimos dias a oferta tenha sido bastante limitada, a verdade é que em tamanhos grandes (21 polegadas) conseguimos comprar um quadro com cerca de 1300gr da marca Beone por 359€, com a oferta da garantia normal da Fizz.
Na semana passada ainda apareceram outros quadros, nomeadamente um por 299€, completamente pretos a 299€ exactamente iguais aos do Ebay (o da Beone também me parece igual).
Entre estas duas opções a questão está na garantia e preço. Se os vendedores do Ebay prometem garantia por um ano dos quadros, a verdade é que a Fizz é uma loja com provas dadas. E se é verdade que no Ebay é possível comprar um dos ditos quadros por menos de 240€ (depende sempre das questões alfandegárias) creio que a tranquilidade oferecida pela Fizz vale bem os 60 Euros a mais!
Fica uma imagem do qhuadro negro de 299€ na Fizz...
Mais uma rubrica no nosso blog
Sendo que eu sou um teso e não tenho dinheiro para mandar cantar um ceguinho como diz o povo, os outros podem até ter um dinheirito para gastar, pelo que links e informações sobre promoções onde o pessoal paga sempre menos são sempre bem recebidas. Falo pelo menos pela minha parte!
domingo, dezembro 20, 2009
Mulas abraçam uma nova causa...
Dei-lhe o nome de "Salvem o Pingo Doce"...
Para saberem mais vão a www.mulas.no.sapo.pt
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Actualizações importantes...
terça-feira, dezembro 15, 2009
Comparativo Bike Magazine, Biking Aventura, Onbike
Este mês decidi fazer algo inovador...
Peguei em cerca de 10€ e de uma vez por todas comparar as três principais revistas de BTT nacionais (também comprei uma internacional mas isso será um próximo comparativo).
As escolhas recaíram na Bike Magazine (a mais popular) e as mais recentes Biking Aventura e Onbike.
À partida o que ressalta à primeira vista é que a primeira foi seguida pelos restantes, isto é, há demasiada familiaridade entre o formato da Onbike e Bike Aventura com a da velhinha Bike Magazine, algo incomparavelmente mais sentido na Biking Aventura onde até a, inútil, tabela de preços semelhante à Bike Magazine aparece. Depois, além disso, são os mini-testes, as agendas, as pequena s noticias, a colocação da competição no final com o mesmo destaque em número de páginas (aproximadamente), etc.. Tudo isso faz-nos lembrar em demasia a Bike Magazine. Claro que a Bike Magazine terá ido buscar o seu formato a algum lado (principalmente tratando-se de uma revista dos primórdios), mas isso não invalida o facto destas três revistas estarem demasiado próximas em termos de formato.
Em termos de qualidade de papel, e embora não seja para mim factor decisivo, a Onbike faz parte de um mundo à parte. Eu pessoalmente prefiro ver no interior o papel fraquinho e deslavado da Bike Magazine, mas a verdade é que a Onbike tem uma qualidade a este nível bastante superior às restantes. E sim, a Bike Magazine vem no extremo oposto.
Em termos de publicidade, mal-amada mas necessária, não há muito a dizer ou criticar. Esta é necessária e desde que não estejamos a pagar uma revista que basicamente é um catálogo de três ou quatro marcas tudo bem! No entanto discordo de secções que basicamente existem nas três revistas em que se fazem “mini-testes”, que mais não são que o tal catálogo do qual ainda agora falei. É recorrente os mini-testes que mais não nos dizem que a Câmara-de-ar “X” pesa e custa tanto, e que o guiador “Y” pesa e custa não sei quanto. Isso podemos nós, comuns, mortais descobrir no website das respectivas marcas. A manter este tipo de secções chamem-lhes então algo do género “Noticias de material” e divulguem tudo o quanto sair no mercado nacional ou internacional de modo a passarem cada vez menos novidades em falso.
Em termos de testes (verdadeiros testes) estes parecem andar sempre à volta do mesmo, mais parecendo cópias uns dos outros... A análise do teste a uma Merida 96 ou uma Epic que saiu na Bike Magazine revelará que na verdade elas são iguais, porque ambas são excelentes em tudo o que fazem. Aliás, invariavelmente, seja em que revista for, as bicicletas de topo ao apresentarem defeitos estes apenas tocam naquilo que os compradores normalmente mudam com mais facilidade conforme o seu gosto (pneus e selim). Creio que na verdade o que os leitores querem de facto ler são testes exaustivos em que leva a bicicleta a fazer 1000, 2000 ou 5000km. Isso sim são testes em que se leva a bicicleta à exaustão de modo a saber-se onde é que ela falha.
Tal como nos automóveis nas bicicletas também só ao fim de alguns kms (bastantes) é que se começam a conhecer os defeitos do modelo, no entanto enquanto um modelo automóvel dura cinco a sete anos uma bicicleta, ridiculamente porque não há novidades que o justifiquem, tem um modelo novo a cada 12 meses!
A crua verdade é que cada mais o que realmente distingue duas bicicletas é os componentes e não os quadros, que será o que faz da bicicleta uma Trek e não uma GTou outra coisa qualquer (alguns construtores tentam inverter esta situação, sendo que só a Specialized o vai fazendo com alguns resultados). É a suspensão, opedaleiro, o desviador, os travões, as rodas, os pneus, etc que realmente definem o comportamento de uma bicicleta pelo que cada vez menos interessa a análise a uma bicicleta em que foque o bom comportamento do grupo XT que já todos sabemos que trabalha muito bem. Será mais importante analisar de alto a baixo o quadro do que o comportamento dos componentes. Aliás, até a geometria do quadro dá muitas vezes para alterar radicalmente através do espigão, avanço, guiador, selim, cranks, etc..
É melhor analisar a fundo então o comportamento dos diferentes componentes, compará-los entre si do que dar tanta atenção a bicicletas.
Neste aspecto as três revistas falham e nem sequer reconhecem um furo quando o têm na mão, senão vejamos o caso da Biking Aventura deste mês que tem um artigo de duas páginas, sendo apenas ¼ de página com texto, sobre a Delta 7, bicicleta que possui um quadro como eu nunca tinha visto... Resultado, passou ao lado e pouco fiquei a saber sobre a bicicleta.
As três revistas falam sobre provas nacionais (maratonas, passeios, etc.). Mas e agora pergunto, qual o critério para se escolher visitar uma prova e não outra ali ao lado. Além de serem artigos fraquinhos em conteúdo e que à semelhança do que acontece nos testes às bicicletas são cópias uns dos outros (os trilhos são sempre bons, a camaradagem é fantástica, come-se e tal e coiso), caem por vezes na injustiça de considerarem algumas provas como das melhores no país, quando na realidade existe mesmo ao lado uma tão boa ou melhor. Além disso, deste tipo de eventos pode-se saber muito mais num fórum da modalidade na net, com fotos, rescaldos, análises, etc do que propriamente através de uma destas revistas.
Sugestão para o futuro: Deixem-se de artigos sobre estas provas das quais já sabemos mais do que vocês através dos fóruns e entrem em contacto com grupos deBTT, ou bttistas que se destaquem nesse aspecto (todos conhecemos meia dúzia deles e, mais uma vez, os fóruns estão cheios deles) para que vos levem Às suas terras conhecer os seus trilhos, actividades, restaurantes e tascas, onde dormir (no barato e no caro)... Que vos levem ou façam o rescaldo das aventuras épicas (pelo menos para eles) que os respectivos grupos fazem, etc.. Isso sim, é de valor.
As três revistas dão o devido destaque à competição, no entanto é necessário se calhar mais entrevistas ao nível da que este mês a Bike Magazine mostrou mas que no entanto é raro existir na BM. Já a Onbike parce neste aspecto estar à frente com pequenos artigos regulares sobre atletas nacionais e estrangeiros, com “lendas” doBTT, etc.
Aliás, em termos de inovação a Onbike vai mais longe que as outras duas com artigos, embora pequenos, bastante interessantes, onde dedica espaço à história dos construtores, a bikes do “antigamente”, etc..
Em jeito de conclusão, as três revistas estão ainda longe do que se espera de uma verdadeira revista de BTT que quer rivalizar com os fóruns da especialidade, onde a informação chega mais rápido, menos crivada por critérios editoriais e comerciais. Faltam mais artigos técnicos, onde se aprofunda um tema até ao seu âmago de uma forma profissional que os ditos fóruns não conseguem fazer.
A Biking Aventura é na minha opinião, a publicação mais fraca das três. Artigos com Português fraco, pior layout e grafismo, conseguindo até no artigo de antevisão doFestibike 2009 colocar o cartaz referente a 2008! A Bike Magazine, atendendo à idade que já tem, deveria estar muito à frente da concorrência directa (Onbike), mas a verdade é que não está, sendo mesmo difícil escolher entre as duas, embora me pareça no final que o leitor que queira ganhar mais com a leitura de uma revista deBTT nacional terá mesmo que escolher a Onbike.
No entanto, para se ler uma revista de BTT a sério ainda se tem que ler em espanhol, Inglês , françês ou noutra língua qualquer... Quem me conhece sabe o que me custa dizer isto, mas é a verdade.
Dados interessantes sobre as três revistas:
| | Bike Magazine | Biking Aventura | Onbike |
| Preço | 3.50€ | 3.00€ | 3.5€ |
| Períodicidade | Mensal | Mensal | Bimensal |
| Tiragem | 17000 (2008) | 25000 :s | 10000 |
| Páginas totais | 102 | 68 | 100 |
| Páginas apenas com publicidade | 25 | 8 | 9 |
| Páginas com pelo menos ¼ de puclicidade | 36 | 12 | 11 |
