sexta-feira, outubro 21, 2011

Perdido pelo Alto Paiva (1)


Ficam as fotos do passeio de hoje... Foram pouco mais de trinta kms, mas foram compensadores. Só eu, a minha amante mais antiga e uma mochila.




Saída de Castro Daire, da Fonte dos Peixes e donde se tem uma bela vista sobre o Paiva. A saída escolhida é já um clássico. Passagem pela avenida do liceu, com passagem por Fareja e incursão por Folgosa!




Subida de Fareja para a estrada que liga Castro Daire a Vila Nova de Paiva. Um pequena zona onde é especialmente agradável andar no verão devido à sombra.

Entrada em Folgosa, com a ponte da A24 sobre o Paiva debaixo de vista.

O destino do passeio está sempre no horizonte.

Lá ao fundo, o ponto mais alto, é a Serra de S. Lourenço, onde passamos na travessia Castro Daire - Viseu.

Já à saída de Folgosa, começamos numa zona de singletrack e trilhos agrícolas.

Este aqui é fantástico e quem foi ao Rio Paiva BTT Raid teve oportunidade de o percorrer.

Ainda mais perto do Paiva, a vista é cada vez melhor.

Onde está o rio?

Percurso feito de sobe e desce, mas muito agradável. Subidinha para uma das zonas mais bonitas do percurso de hoje.

Aqui iniciam-se os Trilhos da Granja (dei-lhes o nome hoje). São kms de trilhos abertos, completamente cicláveis, onde há principalmente estradões, mas também singletracks.

Cá está uma vista da minha amante... Cada dia que passa mais bonita!

Os Trilhos da Granja... E o rio ao fundo.

O repórter...

E quando nada fazia prever...



Deparo-me com isto. Ainda nos Trilhos da Granja.

E como este há mais...
Continua.....Posted by Picasa

Perdido pelo Alto Paiva (2)


Continuamos a apresentar.... 



Continuamos nos Trilhos da Granja, e falta apenas mostrar a aldeia da Granja. Cá está ela.



Estrada renovada entre Granja e Mões. E é naquela direcção que queremos ir...

Sem palavras...

A zona a Este da estrada de ligação Granja - Mões, ainda na margem direita do Paiva, mostrou-se mais complicada do que parecia à partida, com muitos estradões sem saída. Este é só um exemplo. (ao fundo está a Quinta da Rabaçosa a qual aconselho vivamente)

Com um matagal destes não se admirem de haver incêndios incontroláveis!

Vista panorâmica sobre a zona dos Trilhos da Granja.

Margem direita do Paiva. Infelizmente o trilho está tapado umas centenas de metros mais à frente.

Que lindo....

Ainda o mesmo local.

E depois de voltar para trás, lá tive que me resignar à ideia de ter que fazer uns metros por estrada.

A razão por nesta altura fazer muita estrada está à vista... Agora já na margem esquerda do Paiva, a subir para Mões. Sempre que via um trilho saía da estrada e seguia-o, o problema é que depois deparava-me sempre com isto. Um lameiro e sem continuação do trilho.

Uma excepção, mas curta. Passados umas centenas de metros cheguei a casas, onde voltei à estrada.

Já à saída de Mões voltamos aos trilhos. Alguns abertos pelo incêndio do ano passado...

Outros não... Aqui um singletrack já a descer para a aldeia de Vila Franca, na margem esquerda do Paiva.

Descida para aldeia.

Chegada a Vila Franca. O monte em frente é já a margem direita do Paiva e basicamente é onde passa a estrada de acesso à praia fluvial de Folgosa.

E daqui se vê a aldeia de Folgosa, onde está sediada a equipa dos nossos amigos folgosenses! (Será assim que se diz e/ou escreve?)

Não se vê bem, mas ali, naquele pilar, está uma das setas amarelas do Caminho Interior Português de Santiago, marcado durante este verão por todos os municípios entre Viseu e Chaves (projecto que demorou cinco anos para sair do papel, talvez por causa do preço da tinta).

Ao longe, a praia fluvial...

Descida para o rio, com mais uma seta pintada no pilar.
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Perdido pelo Alto Paiva (3)


Continuamos a apresentar... Último capítulo.



Ao chegar ao rio vê-se uma mega levada...




Vista sobre o rio...


Ponto de passagem. Embora com pouca água, ainda deu para molhar os pés. Posso dizer que a água estava boa!

Paragem final. Terminal, para beber um fino e comer uma bifana...
Esta aventura ainda não terminou, e espero ainda esta semana continuar a exploração do alto paiva, no concelho de Castro Daire. É uma zona com um potencial enorme, com trilhos de todos os géneros e que enchem facilmente as medidas a qualquer um, independentemente dos seus gostos pessoais.

Não é por ser a minha terra, mas o concelho de Castro Daire terá das melhores condições para a prática de BTT a nível nacional. Infelizmente, nem quem está à frente do município se apercebe disso, nem sequer os praticantes desta modalidade, que teimam em caracterizar o nosso concelho como terra de trilhos duros, acumulados para malucos e onde a pedra abunda. Sim, é verdade em parte, mas Castro Daire tem também planalto, mais plano que o próprio alentejo. Tem singletracks de tirar a respiração de qualquer um, e não temos nós o pessoal de Tábua ou de Eiras a abrir singles, porque se tivéssemos... Aí meus amigos, seriamos o melhor local do país para fazer BTT, só nos faltando areia para termos o único cenário em falta: o deserto! (mas também se arranja alguma...)Posted by Picasa

sábado, outubro 01, 2011

Rio Paiva BTT Raid - 2011

 Desta vez não foi o Raid do Montemuro, nem das pedras e calhaus. Desta vez o pessoal de Folgosa decidiu, realmente, fazer um Rio Paiva BTT Raid.

Mas vamos à história completa.

Foram quatro as mulas presentes nesta prova (Justo, Márcio, Rute e Hélio), e logo aqui estamos conversados em relação ao ponto alto do dia. Foram dois os prémios que trouxemos para casa: o da equipa mais numerosa e o da melhor atleta feminina.

Em relação ao percurso, nada a apontar até aos últimos dez a quinze kms. O percurso voltou a partir da aldeia de Folgosa (ainda bem), e os primeiros kms foram dedicados aos singletracks à volta da aldeia.

Depois rumámos em direcção a Castro Daire, com uma subida de meter respeito pelo caminho. Atravessámos os arredores da vila e seguimos viagem junto ao Rio Paiva, até alcançarmos Reriz depois da travessia do rio.

Aí começou a longa e penosa subida até (quase) ao topo da Serra do Cimal, onde depois de alguns quilómetros a rodar, descemos até à aldeia de Pepim através de um singletrack engraçado.

Após esta fase começou, para nós, a pior fase da prova e que a transformou numa prova demasiado dura e que, mais uma vez, assustou muita gente que acabou por não comparecer. A partir de Pepim havia outras alternativas, com menos quilometragem, menos acumulado e que nos trariam de igual forma até à praia de Folgosa.

De qualquer forma, foi na nossa opinião, o melhor trajecto de todas as edições.

Em relação aos banhos e mais uma vez não utilizámos as instalações cedidas, mas cá em casa a água estava quentinha e com boa pressão!

O almoço esteve MUITO bom. Pena foi não haver finos este ano. Um ponto a corrigir para o próximo ano.

Em resumo, uma prova bonita, mas um pouco dura de mais para que tenha os participantes que merecia ter.

Especial abraço para todos os amigos que tivemos oportunidade de reencontrar, nomeadamente ao Eugénio da Beselga Gonzalez e demais pessoal do Dão Nelas, e do MK-Makinas, nomeadamente o Vora Vora e até, o grande chato, do Bruce... ;)

Ficam algumas fotos...

Ps. Já me estava a esquecer do Tó Jó... Meu caro amigo, quem fala assim não é gago!


 Chegada de um dos nossos atletas!



Chegada da nossa atleta!


A dupla maravilha!

O rescaldo!

quarta-feira, setembro 21, 2011

Rota do Presunto - Chaves [Rescaldo]

"Oh pá, temos que ir a Chaves à Rota do Presunto!".

Surge a vontade e a coisa dá-se! E assim três mulas trocaram mais uma prova do Up and Down, para voltar repetir ou experimentar, conforme o caso, os trilhos e a GASTRONOMIA da zona flaviense.

Aproveitando o facto de a A24 ainda ser à borla, lá nos lançámos para mais um dia cheio. À chegada, tudo bem organizado, entrega dos dorsais rápida e à hora, lá estavam as cerca de 900 almas, prontas para pedalar ao longo de 50 ou 75km, conforme os casos.

Nós fomos para a meia-maratona. O percurso estava muito bem pensado, com uma primeira zona de 8km muito rolantes, seguidos por uma subida que só iria terminar já a prova ia a mais de meio. Depois, os últimos 15kms (mais coisa menos coisa), eram sempre a descer e rolar. Era um percurso muito pouco técnico, mas interessante.
As marcações estavam q.b., sem exageros mas também sem falhas. Nos abastecimentos não parei, mas deitei o olho e pareciam fartos.

À chegada a surpresa. O Márcio terminou em 11º, o Justo em 18º e eu (Hélio) em 49º. Isto no meio de mais de 550 participantes na meia-maratona.

Após o banho tomado (sem problemas porque fomos dos primeiros), melhorámos a nossa classificação à chegada ao almoço, obtendo um segundo, terceiro e quarto lugar à chegada ao chop chop!
E que almoço. Era presunto a rodos (o melhor que alguma vez comi), assim como feijoada, febras, alheira, chouriça, etc., etc..

MUITO BOM.

Gostámos tanto da prova que já prometemos a nós próprios que para o ano iremos no sábado, para além de estarmos a tentar arranjar, de qualquer forma, um daqueles presuntos!

Ficam as fotos onde estamos presente, tiradas pelos espectadores da prova  e colocadas online no Fórum BTT. Existem mais fotos no nosso facebook em facebook\mulasdacooperativa.





terça-feira, agosto 30, 2011

As mulas perdem-se por Moledo!


Este último domingo três mulas decidiram, como normal, sair de casa para dar mais uma voltinha.

Após umas primeiras trocas de palavras, eis que surge um percurso na cabeça que, como não poderia deixar de ser, não foi seguido na totalidade.

Saída de Ribolhos, com passagem pelo vale entre Traz do Alto (entre Grijó e Vila Boa), subida para Mões pelo caminho de Santiago e, depois, continuação da subida pelo trilho da travessia para Viseu e ao chegar lá acima a paisagem a Oeste chamou por nós.

Cá vai disto, e descemos durante uns belos minutos até Moledo.

Alguns trilhos falhados pelo caminho e surge a picada do dia. Muito técnica, com bastantes obstáculos e terreno difícil.

Em resumo, foram 40km de puro btt de descoberta... Ficam as fotos, sendo que as restantes podem ser vistas no nosso facebook. O Track está disponível no nosso Gpsies, aqui.