sábado, outubro 22, 2011
sexta-feira, outubro 21, 2011
Perdido pelo Alto Paiva (1)
Ficam as fotos do passeio de hoje... Foram pouco mais de trinta kms, mas foram compensadores. Só eu, a minha amante mais antiga e uma mochila.
Saída de Castro Daire, da Fonte dos Peixes e donde se tem uma bela vista sobre o Paiva. A saída escolhida é já um clássico. Passagem pela avenida do liceu, com passagem por Fareja e incursão por Folgosa!
Subida de Fareja para a estrada que liga Castro Daire a Vila Nova de Paiva. Um pequena zona onde é especialmente agradável andar no verão devido à sombra.
Entrada em Folgosa, com a ponte da A24 sobre o Paiva debaixo de vista.
O destino do passeio está sempre no horizonte.
Lá ao fundo, o ponto mais alto, é a Serra de S. Lourenço, onde passamos na travessia Castro Daire - Viseu.
Já à saída de Folgosa, começamos numa zona de singletrack e trilhos agrícolas.
Este aqui é fantástico e quem foi ao Rio Paiva BTT Raid teve oportunidade de o percorrer.
Ainda mais perto do Paiva, a vista é cada vez melhor.
Onde está o rio?
Percurso feito de sobe e desce, mas muito agradável. Subidinha para uma das zonas mais bonitas do percurso de hoje.
Aqui iniciam-se os Trilhos da Granja (dei-lhes o nome hoje). São kms de trilhos abertos, completamente cicláveis, onde há principalmente estradões, mas também singletracks.
Cá está uma vista da minha amante... Cada dia que passa mais bonita!
Os Trilhos da Granja... E o rio ao fundo.
O repórter...
E quando nada fazia prever...
Deparo-me com isto. Ainda nos Trilhos da Granja.
E como este há mais...
Perdido pelo Alto Paiva (2)
Continuamos a apresentar....
Continuamos nos Trilhos da Granja, e falta apenas mostrar a aldeia da Granja. Cá está ela.
Estrada renovada entre Granja e Mões. E é naquela direcção que queremos ir...
Sem palavras...
A zona a Este da estrada de ligação Granja - Mões, ainda na margem direita do Paiva, mostrou-se mais complicada do que parecia à partida, com muitos estradões sem saída. Este é só um exemplo. (ao fundo está a Quinta da Rabaçosa a qual aconselho vivamente)
Com um matagal destes não se admirem de haver incêndios incontroláveis!
Vista panorâmica sobre a zona dos Trilhos da Granja.
Margem direita do Paiva. Infelizmente o trilho está tapado umas centenas de metros mais à frente.
Que lindo....
Ainda o mesmo local.
E depois de voltar para trás, lá tive que me resignar à ideia de ter que fazer uns metros por estrada.
A razão por nesta altura fazer muita estrada está à vista... Agora já na margem esquerda do Paiva, a subir para Mões. Sempre que via um trilho saía da estrada e seguia-o, o problema é que depois deparava-me sempre com isto. Um lameiro e sem continuação do trilho.
Uma excepção, mas curta. Passados umas centenas de metros cheguei a casas, onde voltei à estrada.
Já à saída de Mões voltamos aos trilhos. Alguns abertos pelo incêndio do ano passado...
Outros não... Aqui um singletrack já a descer para a aldeia de Vila Franca, na margem esquerda do Paiva.
Descida para aldeia.
Chegada a Vila Franca. O monte em frente é já a margem direita do Paiva e basicamente é onde passa a estrada de acesso à praia fluvial de Folgosa.
E daqui se vê a aldeia de Folgosa, onde está sediada a equipa dos nossos amigos folgosenses! (Será assim que se diz e/ou escreve?)
Não se vê bem, mas ali, naquele pilar, está uma das setas amarelas do Caminho Interior Português de Santiago, marcado durante este verão por todos os municípios entre Viseu e Chaves (projecto que demorou cinco anos para sair do papel, talvez por causa do preço da tinta).
Ao longe, a praia fluvial...
Descida para o rio, com mais uma seta pintada no pilar.
Perdido pelo Alto Paiva (3)
Vista sobre o rio...
Ponto de passagem. Embora com pouca água, ainda deu para molhar os pés. Posso dizer que a água estava boa!
Paragem final. Terminal, para beber um fino e comer uma bifana...
Esta aventura ainda não terminou, e espero ainda esta semana continuar a exploração do alto paiva, no concelho de Castro Daire. É uma zona com um potencial enorme, com trilhos de todos os géneros e que enchem facilmente as medidas a qualquer um, independentemente dos seus gostos pessoais.
Não é por ser a minha terra, mas o concelho de Castro Daire terá das melhores condições para a prática de BTT a nível nacional. Infelizmente, nem quem está à frente do município se apercebe disso, nem sequer os praticantes desta modalidade, que teimam em caracterizar o nosso concelho como terra de trilhos duros, acumulados para malucos e onde a pedra abunda. Sim, é verdade em parte, mas Castro Daire tem também planalto, mais plano que o próprio alentejo. Tem singletracks de tirar a respiração de qualquer um, e não temos nós o pessoal de Tábua ou de Eiras a abrir singles, porque se tivéssemos... Aí meus amigos, seriamos o melhor local do país para fazer BTT, só nos faltando areia para termos o único cenário em falta: o deserto! (mas também se arranja alguma...)

sábado, outubro 01, 2011
Rio Paiva BTT Raid - 2011
Desta vez não foi o Raid do Montemuro, nem das pedras e calhaus. Desta vez o pessoal de Folgosa decidiu, realmente, fazer um Rio Paiva BTT Raid.
Mas vamos à história completa.
Foram quatro as mulas presentes nesta prova (Justo, Márcio, Rute e Hélio), e logo aqui estamos conversados em relação ao ponto alto do dia. Foram dois os prémios que trouxemos para casa: o da equipa mais numerosa e o da melhor atleta feminina.
Em relação ao percurso, nada a apontar até aos últimos dez a quinze kms. O percurso voltou a partir da aldeia de Folgosa (ainda bem), e os primeiros kms foram dedicados aos singletracks à volta da aldeia.
Depois rumámos em direcção a Castro Daire, com uma subida de meter respeito pelo caminho. Atravessámos os arredores da vila e seguimos viagem junto ao Rio Paiva, até alcançarmos Reriz depois da travessia do rio.
Aí começou a longa e penosa subida até (quase) ao topo da Serra do Cimal, onde depois de alguns quilómetros a rodar, descemos até à aldeia de Pepim através de um singletrack engraçado.
Após esta fase começou, para nós, a pior fase da prova e que a transformou numa prova demasiado dura e que, mais uma vez, assustou muita gente que acabou por não comparecer. A partir de Pepim havia outras alternativas, com menos quilometragem, menos acumulado e que nos trariam de igual forma até à praia de Folgosa.
De qualquer forma, foi na nossa opinião, o melhor trajecto de todas as edições.
Em relação aos banhos e mais uma vez não utilizámos as instalações cedidas, mas cá em casa a água estava quentinha e com boa pressão!
O almoço esteve MUITO bom. Pena foi não haver finos este ano. Um ponto a corrigir para o próximo ano.
Em resumo, uma prova bonita, mas um pouco dura de mais para que tenha os participantes que merecia ter.
Especial abraço para todos os amigos que tivemos oportunidade de reencontrar, nomeadamente ao Eugénio da Beselga Gonzalez e demais pessoal do Dão Nelas, e do MK-Makinas, nomeadamente o Vora Vora e até, o grande chato, do Bruce... ;)
Ficam algumas fotos...
Ps. Já me estava a esquecer do Tó Jó... Meu caro amigo, quem fala assim não é gago!
Mas vamos à história completa.
Foram quatro as mulas presentes nesta prova (Justo, Márcio, Rute e Hélio), e logo aqui estamos conversados em relação ao ponto alto do dia. Foram dois os prémios que trouxemos para casa: o da equipa mais numerosa e o da melhor atleta feminina.
Em relação ao percurso, nada a apontar até aos últimos dez a quinze kms. O percurso voltou a partir da aldeia de Folgosa (ainda bem), e os primeiros kms foram dedicados aos singletracks à volta da aldeia.
Depois rumámos em direcção a Castro Daire, com uma subida de meter respeito pelo caminho. Atravessámos os arredores da vila e seguimos viagem junto ao Rio Paiva, até alcançarmos Reriz depois da travessia do rio.
Aí começou a longa e penosa subida até (quase) ao topo da Serra do Cimal, onde depois de alguns quilómetros a rodar, descemos até à aldeia de Pepim através de um singletrack engraçado.
Após esta fase começou, para nós, a pior fase da prova e que a transformou numa prova demasiado dura e que, mais uma vez, assustou muita gente que acabou por não comparecer. A partir de Pepim havia outras alternativas, com menos quilometragem, menos acumulado e que nos trariam de igual forma até à praia de Folgosa.
De qualquer forma, foi na nossa opinião, o melhor trajecto de todas as edições.
Em relação aos banhos e mais uma vez não utilizámos as instalações cedidas, mas cá em casa a água estava quentinha e com boa pressão!
O almoço esteve MUITO bom. Pena foi não haver finos este ano. Um ponto a corrigir para o próximo ano.
Em resumo, uma prova bonita, mas um pouco dura de mais para que tenha os participantes que merecia ter.
Especial abraço para todos os amigos que tivemos oportunidade de reencontrar, nomeadamente ao Eugénio da Beselga Gonzalez e demais pessoal do Dão Nelas, e do MK-Makinas, nomeadamente o Vora Vora e até, o grande chato, do Bruce... ;)
Ficam algumas fotos...
Ps. Já me estava a esquecer do Tó Jó... Meu caro amigo, quem fala assim não é gago!
Chegada de um dos nossos atletas!
Chegada da nossa atleta!
A dupla maravilha!
O rescaldo!
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