domingo, janeiro 29, 2012

Voltinha de Domingo pelo Montemuro

Hoje eram oito e meia quando quatro bravos se reuniram em Castro Daire para conquistar a parte oriental do Montemuro...

Muito frio, muito tempo a subir e pouco a descer e umas minis pelo caminho... Eis algumas fotos...








Para mais fotos e detalhes sobre o track, ir a: 

www.facebook.com/mulasdacooperativa


sábado, janeiro 28, 2012

No passado domingo foi dia de passeio caseiro, com direito a madrugar cedo para subir muito. 

O objectivo era sair de Castro Daire rumo ao S. Macário (tem sido um destino frequente). Assim, por volta das oito da matina, estavam reunidas duas mulas e três folgosas com o a recepção de ZERO graus, dada pelo S. Pedro, e que teimava em não ajudar muito à vontade de pedalar.






Começámos com a primeira subida à Serra do Cimal, que fica entre Ribolhos (e o Alto da Vitoreira e o S. Macário). Embora não seja tão alta, a subidinha com que fomos brindados deverá ter sido a mais dura do dia, com uma inclinação e extensão assinaláveis.




Como tudo o que sobe, acaba, eventualmente, por descer, seguiu-se uns belos trilhos até à zona da aldeia de Solgos. Daí para a frente seria a subida final até lá ao alto, acima dos mil metros.








A meio da subida, com o monte do S. Macário como cenário de fundo, parámos para comer uma buchita e admirar uma das razões porque o nosso país está como está. Olhem bem para este parque infantil, montado no meio do nada, sem acessos para automóvel e completamente abandonado. Quanto é que se terá gasto aqui?
Bem, sigamos que a subida ainda só vai a meio.






A subida final, apesar de dura, já é nossa conhecida, e não chega aos calcanhares da subida com o mesmo destino mas por estrada. É longa, relativamente inclinada, mas faz-se bem, ao alcance de qualquer um. Já a subida de estrada, até de bicicleta de BTT mete medo, quando mais com a de estrada...





Tanto mais não seja, a subida vale sempre a pena pela paisagem...




Não se deixem enganar. Para quem for ao S. Macário desde Castro Daire ou Ribolhos, a pior parte não é propriamente subir ao S. Macário, mas sim o regresso, o qual conta com algumas subidas assinaláveis, nomeadamente à Serra do Cimal, para quem for para Ribolhos.




No total, foram cerca de 50 kms, os quais não foram gravados em track por o telemóvel ter crashado... Fica para a próxima.

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Clube de Praticantes Mulas da Cooperativa

Já há algum tempo que perseguíamos este objectivo, tendo em vista um maior desenvolvimento da nossa equipa, e é por isso que hoje é um dia de especial alegria para nós, na medida em que somos, desde o dia 3 de Janeiro, um Clube de Praticantes reconhecido pelo Instituto do Desporto de Portugal.

Somos agora autónomos e institucionalmente o primeiro clube de praticantes na área do ciclismo existente no concelho de Castro Daire.

Estamos de parabéns, assim como todos aqueles que nos apoiam, nomeadamente patrocinadores.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Ataque ao S. Macário por mato (O reconhecimento)

(Conversa no caramulinho no final do ataque no dia 1 de Dezembro)
- Eh pá, na próxima quinta podíamos fazer a ciclopista do Dão...
- Oh, isso é fraquinho... Podíamos era ir ao S. Macário que ainda é pior do que o Caramulo!
- Pior? Não acredito...

E pronto, bastou isto para que hoje, dia 8 de Dezembro, dia em que a maioria da população está em casa ou no centro comercial, nós nos levantarmos às sete da matina para nos fazermos ao mato.

Saída de Castro Daire com destino a um dos topos mais míticos do distrito de Viseu, o S. Macário, do qual já deixámos aqui uma reportagem sobre a sua conquista por estrada.
E, se por estrada a coisa não é agradável, posso dizer que por mato não será muito melhor.

O percurso começou por nos levar pelo vale do Paiva até Reriz, por onde subimos até à Qta. da Redouça pelo percurso utilizado pelo Up and Down e o Raid de Folgosa este ano. Lá em cima, virámos à direita, passámos por Solgos e subimos até ao Gafanhão. A partir daí, sempre em terra, até ao topo do S. Macário.

Na aventura participou uma mula (Hélio) e mais três amigos (que estão a ser evangelizados), o Soares, o Ferraz e o Rasteiro.

Ficam as fotos....


Mais uma vez a Jeropiga marcou presença. Ainda bem!


Este foi a primeira vez que vimos o objectivo... 

Vista sobre o nevoeiro no vale onde se situa a aldeia de Sul.

A fotografia com o objectivo lá ao fundo... Aqui não parece tão duro quanto na realidade é subir aquela serra.


O Ferraz ainda pensou em voltar para trás, mas já era tarde de mais.


Uma parte da subida extremamente dura. Pelo piso e pela inclinação.


Já com o final à vista.


Épico...


E por falar em épico, que dizer disto?


O Soares com a Jeropiga energética...


Já na descida, parámos no verdadeiro tasco no Gafanhão para bebermos umas médias!


Chegada a Castro Daire com o Rasteiro a dar a missão com concluída!


Ficam os links do costume:

No Sports Tracker

No Gpsies

As restantes fotos encontram-se no nosso facebook em www.facebook.com/mulasdacooperativa


sábado, dezembro 03, 2011

Assalto ao Caramulo 2011 - Bat de Tondela

Primeiro de Dezembro, provavelmente o último dia da restauração da independência celebrado como feriado. E que fazer num feriado, frio como gelo? Certo, subir o Caramulo com mais umas centenas de malucos como nós.

Fomos cinco (apenas uma mula, o resto foi à "boleia") que nos juntámos ao Batalhão de Tondela e, quando lá chegámos, demos logo conta que ia ser um dia para relembrar.

O resto da manhã foi passada entre o sopé da serra e a subida implacável até ao caramulinho. Foram kms de puro btt, sem pressas.

Ficam as fotos.


À saída de Tondela, a entrar no mato.


O frio e o nevoeiro acompanharam-nos durante boa parte do percurso.


Lá ao fundo o objectivo do assalto.


Num dia tão frio, valeu-nos a bela da Jeropiga!


Uns enganos pelo caminho


E bastantes paragens... Ora porque alguém queria saber mais que o guia, ou porque era preciso reagrupar.


Algumas subidas impossíveis.


Em Jueus, já com o objectivo perto.



E o bebedouro da Jeropiga sem descanso.



Paragem em Jueus para recuperar forças.


 Vista da chegada, desde o topo do Caramulinho. Já vi provas com muito menos gente!


Objectivo alcançado...


Foto da praxe.


Depois, iniciou-se a descida com paragem no Caramulo para almoçar.


E fica a fotografia da minha companheira de muitos e muitos kms!


O resto das fotografias tiradas no dia podem ser vistas no nosso facebook em www.facebook.com/mulasdacooperativa

sábado, novembro 26, 2011

[análise] Desengordurantes

Durante muito tempo andei à volta das prateleiras das lojas de desporto em geral, e de btt em particular, à procura do desengordurante perfeito para a minha bicicleta. Pedi opiniões, socorri-me da internet e a verdade é que, por muitos produtos que usasse, os resultados nunca eram os ideais. 

Todos, mas mesmo todos, os desengordurantes recomendados para btt não obtinham resultados satisfatórios, sendo que, na maior parte dos casos, o seu preço era elevado. Mesmo depois de passar com a escova, esfregar bem, a verdade é que aquele aspecto imaculado de corrente nova que os produtos prometiam, não surgia.

Na internet, em lojas estrangeiras, o preço destes produtos começam à volta dos 7,5€, mas facilmente atingem valores na casa dos 11€ e mais.

Cá, no burgo, e indo à SportZone por exemplo, os desengordurantes têm logo, à partida, preços a partir dos 8,49€, nomeadamente da Motorex. No entanto, os seus resultados são medíocres. Noutras lojas os preços começam também nessa ordem de preços.

No entanto, e em certo dia que a bicicleta se apresentava de forma especialmente badalhoca, não tendo qualquer desengordurante em casa e com necessidade de a limpar, deitei mão do que tinha à mão. E o que tinha à mão eram produtos de limpeza de fornos que a maria trem cá por casa, nomeadamente o limpa fornos Mistolin.

O resultado foi estrondoso. Em menos de cinco minutos e sem esfregar a corrente e cassete ficaram imaculadas. Então a cassete ficou como nova, assim como se tivesse saído da loja.

Parecia ter descoberto a pólvora e por apenas 2,39€ o meio litro...

Em conversa logo as vozes de sempre, em especial os donos e funcionários das lojas de btt, passaram a avisar: cuidado que isso dá cabo da bicicleta, rebenta com a pintura, a bicicleta fica roxa se for preta, etc..

Simplesmente continuei a aplicar o produto na corrente, cassete e desviadores... Ao longo de mais de um ano.

Hoje, utilizei pela primeira vez Forza (2,59€, 300ml), e mais uma vez, resultados excelentes, sendo que apenas devemos ter cuidado com as mãos na medida em que o produto seca por completo a pele.


Após este tempo todo posso dizer que a bicicleta não ficou roxa, nem a pintura rebentada. O que aconteceu, ao longo deste ano, foi que com menos de metade do dinheiro, consegui resultados incomparavelmente melhores, sendo que a mesma quantidade de produto dá para muitas mais utilizações.

Assim, recomendo vivamente este tipo de produtos. Pelo menos os que já utilizei.